Munícipe

Revista Nova Augusta

A revista Nova Augusta foi fundada por Alberto Borges dos Santos, em 1962, na altura diretor da Biblioteca Municipal. No entanto, apenas foram editados 2 números (1ª série). A revista só voltaria a ser publicada em 1981, sob a direção de José Manuel Carraça da Silva, terminando esta segunda fase em 1984. A partir de 1991 a sua edição foi quase ininterrupta, com um hiato de dois anos.

 

Os primeiros números continham textos de natureza muito diversificada, embora privilegiando autores e temas torrejanos. Com o final da década de 90, a revista assumiu-se como uma publicação mais vocacionada para os estudos locais, nomeadamente, da história, geografia, arqueologia, etnografia e património do concelho de Torres Novas.

 

NovaAugusta CAPANova Augusta nº 27

Ano: 2015

Número: 27

Série: 2

Páginas: 360

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: capa mole

Preço: 10 €

+ Informação

Colaboradores: Isabel Pires (2014 em revista), António Mário Lopes dos Santos, Carlos Barbosa Ferreira, Carlos Trincão Marques, Francisco Canais Rocha, Gabriel Feitor, Henrique Leal, Joaquim Rodrigues Bicho, Luís Batista, Luís Filipe Lopes, Manuel Geada, Manuela Poitout, Marco António Andrade, Maria da Conceição Geada, Vasco Rosa da Silva.

 

Títulos dos artigos:

Nota de abertura

HISTÓRIA

As invasões francesas e a resistência popular ‒ Guerrilha e guerrilheiros no Alto Ribatejo

Para a história da transferência da sede de freguesia do lugar de Alqueidão para Pedrógão em 1876 e do longo conflito que se abriu entre os dois povos

Origem do republicanismo no concelho de Torres Novas

Humberto Delgado e as eleições de 1958

Liberdade à flor da pele: Subsídios para a História da Revolução de Abril e do PREC em Alcanena

DOSSIER | HISTÓRIA DO CAMINHO DE FERRO

A formação da grande família ferroviária no Entroncamento

A Escola de Aprendizes da CP no Entroncamento (1943 – 1976)

As oficinas ferroviárias e o seu contributo para o desenvolvimento local e regional

Entroncamento: urbanismo ferroviário

FONTES E DOCUMENTOS

O clero da igreja de Atalaia: 1544-2015

Memória Paroquial de Ourém: 1758

Ano de 1973, Torres Novas, terra do povo: o movimento inter-colectividades

ARQUEOLOGIA

Contributo para a definição das práticas funerárias neolíticas e calcolíticas no Maciço Calcário Estremenho.

2: As placas votivas da "necrópole megalítica" das Lapas (Torres Novas) e o hipogeísmo na Alta Estremadura

IN MEMORIAM

A elevação de Torres Novas a cidade e a produção literária

2014 EM REVISTA

NOVA AUGUSTA EM ÍNDICE (1962-2014)

 

NA26Nova Augusta nº 26

Ano: 2014

Número: 26

Série: 2

Páginas: 336

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: capa mole

Preço 10 €

+ Informação

Colaboradores: Maria da Conceição Geada, Manuel Geada, Gabriel de Oliveira Feitor, António Mário Lopes dos Santos, Cátia Salvado Fonseca, Tiago Manuel Rodrigues Cubeiro, Paulo Renato Ermitão Gregório, Joaquim Rodrigues Bicho, Franklin Pereira, Manuela Poitout, João Carlos Lopes, Marco Liberato, Helena Santos, João Palla Lizardo, Sandra Lourenço, Gertrudes Zambujo, Luís Miguel Preto Batista

 

Títulos dos artigos:

Nota de abertura

HISTÓRIA

A propósito da passagem da 3ª invasão francesa pela região de Torres Novas – 1810-1811.

Os movimentos de oposição ao Estado Novo em Alcanena: A imprensa comunista e as eleições de 1958

Agricultura, Comércio e Indústria no Concelho de Torres Novas (1851-1877)

Espaços de sociabilidade da mulher de oitocentos: O caso da família Silva Mendes

A roda dos expostos de Torres Novas (1783-1869): contributos para o seu estudo

HISTÓRIA DE ARTE

Das visitações ao programa de obras da matriz do Salvador – Torres Novas

A capela dos Anjos

As cadeiras em couro lavrado no Museu, Câmara e Biblioteca Municipal de Torres Novas

PERSONALIDADES E BIOGRAFIAS

Júlio de Sousa e Costa, a obra e o livro proibido pela censura

ESTUDOS SOCIAIS

Torres Novas no tempo do ié-ié «Kalyfas», «Gringos» e os novos ritmos: para uma história local da música moderna

ARQUEOLOGIA

Antiga capela dos Anjos de Torres Novas: relatório preliminar de trabalhos arqueológicos (síntese)

A respeito de cabeceiras de sepulturas medievais – alguns exemplares concelhios ainda inéditos

A Arqueologia Torrejana: para lá da investigação, uma oportunidade cultural

FONTES

D. José Manuel da Câmara, 2º Cardeal Patriarca de Lisboa, e a realização do Tombo da sua Quinta do Vale do Seixo (1744)

2013 EM REVISTA

NOVA AUGUSTA EM ÍNDICE

 

Nova-Augusta25Nova Augusta nº 25
Ano: 2013
Número: 25
Série: 2
Páginas: 344
Formato: 21 x 22 cm
Encadernação: capa mole
Preço 10 €


+ Informação

Colaboradores: Manuela Poitout, Ricardo Varela Raimundo, Vasco Jorge Rosa da Silva, António Mário Lopes dos Santos, Luís Miguel Preto Batista, Lígia Gonçalves, João Lizardo, Franklin Pereira, Carlos Trincão Marques, Cátia Salvado Fonseca, Joaquim Rodrigues Bicho, Carlos Simões Nuno, Vanessa Sousa


Títulos dos artigos:
Nota de abertura
MULHERES DA NOSSA TERRA. ESTUDOS DE HISTÓRIA LOCAL, BIOGRAFIAS E ENSAIOS A PROPÓSITO DOS 120 ANOS DO NASCIMENTO DE MARIA LAMAS.
Clementina Relvas e a condição feminina no seu tempo (1857-1934)
A importância da educação musical na sociedade de oitocentos: o caso da família Relvas
Maria Amélia da Costa Nery – a excelência das artes do couro. Apontamentos para uma biografia
O silenciado protagonismo feminino no lançamento da 1ª pedra da igreja matriz do Entroncamento (07/11/1937)
Maria Lúcia Namorado (1909-2000): memória breve de uma vida notável
Maria Lamas: das mulheres, voz; pelas mulheres, ação
Maria Lamas (1893-1983)
HISTÓRIA
Banda Operária Torrejana: 140 anos de história (1873-2013)
FONTES E DOCUMENTOS
Em Torres Novas há 500 anos
Intolerância e repressão inquisitoriais na vila e concelho de Torres Novas: uma narrativa ignorada (séculos XV-XVII)
Memórias paroquiais de Alcanena: 1758
Carlos Reis (1863-1940): o eterno retorno de um pintor naturalista à sua terra natal
Cipriano Trincão, fotógrafo amador (1879-1933)
ESTUDOS SOCIAIS
O socorro a crianças pobres do concelho de Torres Novas através dos registos dos livros de subsídios de lactação (1871-1889)
Apoio à primeira infância: avós ou creches?
ARQUEOLOGIA
A respeito do castro de Santa Marta/Moitas Venda
2012 em REVISTA
NOVA AUGUSTA em índice

 

Nova-Augusta24-50anos

Nova Augusta n.º 24

Ano: 2012  

Número: 24

Série: II

Páginas: 264

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação:

Capa mole

Preço: 10 €

+ Informação

Colaboradores: Manuela Poitout; Luís Miguel Preto Batista; Vasco Jorge Rosa da Silva; António Mário Lopes dos Santos; Carlos Trincão Marques; Joaquim Rodrigues Bicho; Jorge Salgado Simões; João Carlos Lopes; Paulo Renato Ermitão Gregório; Marco Liberato; Helena Santos; Cátia Salvado Fonseca; Franklin Pereira; João Maria Palla Lizardo; António Rodrigues; Margarida Freire Moleiro

 

Títulos dos artigos:

NOTA DE ABERTURA

NOVA AUGUSTA_50 ANOS: TESTEMUNHOS

HISTÓRIA

Carlos de Azevedo Mendes: religião e poder em Torres Novas na primeira metade do século XX A carta de feira de Torres Novas (1273): história de uma publicação

FONTES E DOCUMENTOS

Baldios de Ourém:1790 Elites e poder autárquico no concelho de Torres Novas (1750-1820)

ETNOGRAFIAS

O campo Marruas: memória e religiosidade Torres Novas: narrativa urbana sobre um texto de Orlando Ribeiro

Os 150 anos do Club torrejano e do Montepio de Nossa Senhora da Nazaré: breve notícia histórica

HISTÓRIA DA ARTE E ARQUEOLOGIA

O pintor Manuel Ferreira Lisboa em Torres Novas

Algumas considerações em torno de dois elementos arquitétonicos alto-medievais de Torres Novas

Margarida Relvas: uma jovem fotógrafa amadora de dimensão internacional

A grande viagem da flor quadripétala: um estudo a  partir da fíbula da escultura de «Nossa Senhora do Ó», do  Museu  Municipal Carlos Reis/Torres Novas

Breves notas sobre os capitéis provenientes da demolida igreja de Santa Maria do Castelo

LUSOFONIAS

Timor Iha Nia Fuan – Timor no coração

NOVA AUGUSTA: 50 ANOS Nova Augusta: um projecto editorial com 50 anos (1962-2012)

2011 EM REVISTA

NOVA AUGUSTA EM ÍNDICE

  

NA23

Nova Augusta nº 23

Ano: 2011  

Ano: 2011

Número: 23

Série: II

Páginas: 273

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Preço: 10 €

+ Informação

No início do século passado, a emergente povoação do Entroncamento estava ainda dividida pela ribeira de Santa Catarina: do lado pertencente ao concelho de Torres Novas sediavam-se a estação, o complexo ferroviário e administrativo, alguns arruamentos. Além da ribeira, concelho de Vila Nova da Barquinha, crescia a implantação urbana a um ritmo impressionante. Manuela Poitout fixa esse contexto, histórico e social, para contar as repercussões, no Entroncamento, das greves nacionais dos trabalhadores ferroviários de 1914.

 

É desta maneira que abrimos mais uma edição da Nova Augusta e da sua secção de «história», que integra mais motivos de interesse: Ricardo Varela Raimundo escreve sobre a assistência a crianças abandonadas, na passagem dos séculos XIX/XX, fixando-se no caso concreto das crianças de Torres Novas acolhidas no hospício de Santarém entre 1874 e 1912; recuamos a meados do século XVIII, com uma abordagem de Vasco Jorge Rosa da Silva às Memórias Paroquiais de 1758, uma visita setecentista a grande parte do vizinho concelho de Ourém e, mais do nosso interesse, às freguesias que faziam fronteira com o termo torrejano e integravam o nosso território de vizinhanças; recuamos ainda mais no tempo e António Mário Santos releva o modo como, durante o governo filipino, as misericórdias obtiveram uma atenção redobrada do poder central, quer através de privilégios quer da fiscalização e regulamentação das suas actividades, e recupera um considerável conjunto de dados sobre a vida da mais antiga instituição torrejana, quase em jeito de estudo pré-monográfico; e, no ano em que foi realizado mais um recenseamento geral da população, Luís Batista recupera o interesse historiográfico que sempre merece o numeramento da população mandado fazer por D. João III, em 1527, que é, para todos os efeitos, o primeiro censo da população portuguesa minimamente sistemático.

 

Desdobra-se, esta edição, pelas temáticas já habituais, com estudos de azulejaria, de Lígia Gonçalves e de João Lizardo, e de artes decorativas do couro, de Franklin Pereira, nas páginas dedicadas à história da arte; nas biografias, tomamos contacto com aspectos da vida de Júlio César de Sousa e Costa, o «historiador ribatejano das invasões francesas», de Luís Batista, com o pintor naturalista Manuel Fernandes, que se radicou na Golegã e pintou os seus campos e paisagens, de Cátia Salvado, e ainda com uma curiosa referência à passagem de Brito Camacho por Torres Novas, de Carlos Trincão Marques.

 

A praça dos homens é mais um pretexto para uma incursão de Joaquim Rodrigues Bicho em aspectos da ruralidade torrejana do início do século XX, completando-se a secção de «etno grafias» com uma memória dos primórdios da implantação do futebol em Riachos, do antropólogo Carlos Simões Nuno.

 

Finalmente, a habitual secção de arqueologia inclui um trabalho de Vanessa Sousa sobre um forno do século XVI escavado numa zona antiga de Torres Novas e uma reflexão, de João Lizardo, acerca da importância arqueológica das grutas de Lapas.

 

Circunstâncias várias levaram a uma ligeira alteração gráfica desta edição da Nova Augusta. O essencial é que esta revista de cultura, que no próximo ano perfaz meio século de existência, tem consolidado o seu papel insubstituível na promoção da investigação historiográfica e dos estudos culturais de uma região, ao mesmo tempo vasta, mas simultaneamente próxima em resultado de relações históricas e sociais de séculos. Confirmam, esta perspectiva, as inegáveis e comprovadas potencialidades desta revista inter-municipal e a colaboração interessada e generosa de uma já vasta família de investigadores e autores que lhe dão corpo. O valioso trabalho de quem nos vem acompanhando, ano após ano, exige o registo dos nossos mais sinceros agradecimentos.

 

Colaboradores: Manuela Poitout, Ricardo Varela Raimundo, Vasco Jorge Rosa da Silva, António Mário Lopes dos Santos, Luís Miguel Preto Batista, Lígia Gonçalves, João Lizardo, Franklin Pereira, Carlos Trincão Marques, Cátia Salvado Fonseca, Joaquim Rodrigues Bicho, Carlos Simões Nuno, Vanessa Sousa

 

Títulos dos artigos: O Entroncamento e as lutas ferroviárias no tempo da Primeira República. As greves de 1914; A assistência à infância pobre e abandonada: as crianças de Torres Novas acolhidas pelo Hospício de Santarém (1874-1912); As memórias paroquiais de Ourém; A Misericórdia de Torres Novas no tempo dos Filipes; Os livros do numeramento de 1527-1532: apresentação de dois inéditos da British Library; A respeito da difusão dos azulejos hispano-árabes. Os exemplares da igreja do Salvador e da ermida do vale em Torres Novas; O painel de azulejos dedicado a Nossa Senhora de Monserrate actualmente na ermida do Vale; História e histórias – uma leitura do couro lavrado no Museu dos Patudos (Alpiarça); Júlio César de Sousa e Costa: o historiador ribatejano das Invasões Franceses; Torres Novas e Brito Camacho; Mestre Manuel Fernandes: singularidades de um pintor naturalista; A praça dos homens; Origens do futebol em Riachos Sobre um forno da época Moderna; Algumas opiniões, em jeito de apelo, quanto ao estudo das “lapas” na freguesia com o mesmo nome; 2010 em revista; Nova Augusta em índice

  

NARepublicaTorres Novas e a República. Nova Augusta - edição comemorativa dos 100 anos da República.  

Número especial da revista dedicado à temática «Torres Novas e a República».

Ano: 2010

Páginas: 216

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Preço: 10 € 

+ Informação

Um conjunto de trabalhos que ajuda a perceber, por um lado, o que era o concelho em vésperas do golpe militar de 5 de Outubro de 1910 e, por outro, evidencia quem foram, em Torres Novas, os protagonistas da utopia republicana.

 

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, João Carlos Lopes, Luís Batista, Maria Elvira Marques Teixeira, Margarida Moleiro.

 

NA22Nova Augusta n.º 22

Ano: 2010

Número: 22

Série: II

Páginas: 288

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Preço: 10 €

+ Informação

A edição nº 22 segue a orientação dos mais recentes números. Na área da investigação histórica as várias participações diversificam-se por temas tão distantes como um processo inquisitorial a um caso de bigamia (século XVII), o papel da Serra de Aire na socioeconomia da região (século XVIII) ou o debate suscitado pela datação das várias intervenções no castelo de Torres Novas ao longo dos séculos.

 

Relativamente ao século XX, dois artigos reflectem, embora com diferentes rumos, aspectos da vida local durante o Estado Novo: o primeiro do alinhamento levanta o véu à polémica em torno da construção da estrada de Árgea e do papel dos dois municípios envolvidos, Torres Novas e Barquinha, no nebuloso e demorado processo; o segundo centra-se na imprensa anarquista torrejana onde à figura ímpar de Faustino Bretes cabe o papel preponderante. A secção termina com uma nota que interessará particularmente aos aficionados da arte de cavalgar. Esta história remonta à época medieval e à pertinência da influência da presença muçulmana nos modos de montar.

 

Na área dos estudos sociais inclui-se uma referência ao movimento folclorista ribatejano e aos aspectos etnográficos da criação e sobrevivência de um dos mais antigos ranchos folclóricos do concelho, o Rancho Folclórico de Torres Novas, no contexto sociopolítico desenhado pelo Estado Novo. A sua publicação é também uma oportunidade para assinalar o facto se manterem em actividade, no concelho de Torres Novas, dois agrupamentos folclóricos com mais de 50 anos de existência. No mesmo capítulo, mas no campo dos recursos agrícolas, chama-se a atenção da importância do figo para a economia do concelho até aos anos 60 do século XX, trazendo ao nosso conhecimento um estudo académico onde os termos utilizados localmente para classificar cada espécie são enquadrados na terminologia e na classificação científicas.

 

Mais uma biografia vem dar corpo há já usual secção dedicada a personalidades: o padre Francisco da Cruz, confessor e administrador da Quinta da Labruja (concelho da Golegã), foi, igualmente, professor e primeiro confessor do futuro rei D. João V. A secção de arqueologia, área de investigação a que a Nova Augusta dá voz e relevo desde os seus primeiros números, encerra o rol dos artigos incluídos na edição regular. Duas placas de xisto gravadas, recolhidas na gruta da Buraca de Moura, na Rexaldia, são o pretexto para mais um estudo referente à ocupação dos finais do Neolítico/inícios do Calcolítico na região.

 

Não prescindimos do «2009 em revista», assumindo a utilidade que a sua consulta possa vir a ter para quem pretenda dedicar-se à reconstrução da nossa memória colectiva. Os acontecimentos mais relevantes são resumidos, a partir da consulta da imprensa local, organizados cronologicamente e classificados em grandes temas: sociedade, vida autárquica, cultura e desporto. Para finalizar, encerra-se com o índice de todos os números anteriores.

 

A edição regular, aparentemente mais pequena e com menor número de secções, não esgota a Nova Augusta 2010. O número especial dedicado à República faz parte do mesmo produto editorial e constitui um elemento substancial da revista que este ano se divide em duas.

 

Colaboradores: Ricardo Varela Raimundo, Vasco Jorge Rosa da Silva, Manuela Poitout, António Mário Lopes dos Santos, João Lizardo, Franklin Pereira, Ana Maria Marques, Joaquim Rodrigues Bicho, Luís Miguel Preto Batista, marco António Andrade,  João Maurício, Pedro Souto

 

Títulos dos Artigos: Da «desonra» ao Matrimónio e do Matrimónio à «desonra»: os processos de Jerónimo Correia e Páscoa Rodrigues na Inquisição de Lisboa (1651-1654); Serra de Aire em 1758; A questão da estrada de Árgea nos anos trinta do século passado: polémicas, exoneração de presidentes e envolvimento dos munícipes; A imprensa anarquista torrejana; A falsa barbacã do castelo de Torres Movas. Algumas notas a respeito de uma estrutura pouco vulgar; Equos cursare: uma viagem a partir do festival anual do cavalo na Golegã; A nostalgia do camponês: o Rancho Folclórico de Torres Novas no contexto do movimento folclorista ribatejano; Figos de Torres Novas; Biografia do Pe. Francisco da Cruz (1630-1706); Estudo morfo-tipológico de duas placas de xisto gravadas provenientes da gruta da Buraca da Moura, da Rexaldia (Chancelaria, torres Novas): contributo para a definição das práticas funerárias neolíticas no Maciço Calcário Estremenho; 2009 em revista; Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: história, etnografia, património, personalidades, arqueologia, Torres Novas, Árgea, Chancelaria, folclore, castelo, Golegã, figo, cavalo, imprensa, serra de Aire, Inquisição. 

  

NA21

Nova Augusta n.º 21

Ano: 2009  

Número: 21

Série: II

Páginas: 312

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Preço: 10 € 

+ Informação

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, Donald D. Horward, Ricardo Varela Raimundo, Vasco Jorge Rosa da Silva, Maria Elvira Marques Teixeira, Diana Gonçalves dos Santos, Franklin Pereira, Paulo Renato Ermitão Gregório, Carlos Leitão Carreira, Joaquim Rodrigues Bicho, João Carlos Lopes, António Ribeiro, Luís Miguel Preto Batista, Cláudia Costa, Gonçalo Lopes, Luís Mota Figueira.

 

Títulos dos Artigos: “Torres Novas e a Crise de Independência”; “Torres Novas e a invasão francesa de Portugal (1810-1811)”; “Da má indolle, e péssima educação ao sentir mal da Santa Fé Catholica e Lei Evangelica: o processo de Rafael Mendes Franco”; “Epígrafes tumulares da igreja do Salvador, de Torres Novas”; “Memorial de João Fillipe Gouveya – um militar português na Índia ao tempo do governador António César de Vasconcelos Correia, 1.º conde de Torres Novas(1863); “Murmúrios pétreos: escultura pública de João Cutileiro em Torres Novas”; “Identidade e marcas de cultura – a propósito de uma cadeira em couro lavrado na igreja de Santa Eufémia da Chancelaria”; “O retábulo perdido de Gaspar Soares”; “Cetua, um laço lusófono”; “A Fontinha. A fonte, a horta e o rio”; “Torres Novas, 1909: o primeiro jogo de futebol”; “Contributo para o estudo da obra literária de Andrade Corvo: o modo dramático. Acto primeiro – os dramas de actualidade”; “Maria Clementina Relvas e a sua Quinta da Barroca”; “Proposta de um instrumento de gestão do património arqueológico de Torres Novas”; “Património, museologia e turismo cultural: questões e propostas”; 2008 em revista; Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: história, história da arte, património, personalidades, arqueologia, estudos sociais, Torres Novas, Salvador, epígrafes, Relvas, João Cutileiro, Fontinha, Andrade Corvo, Chancelaria, Índia, Goa, inquisição, independência, invasões francesas, Pelet, futebol, Clube Desportivo de Torres Novas.

 

Sinopse: Um périplo pela história de Torres Novas, personalidades e quotidiano da vila entre os séculos XIV e XXI, é a proposta desta edição da Nova Augusta. Vários são os temas de estudo dos investigadores que colaboram neste número, como diferentes são os métodos e os objectivos de cada um. Mas, autores e abordagens convergem no fito de (re)conhecer e redescobrir Torres Novas.

 

Através de elementos artísticos da vila de Ontem e da cidade de Hoje, como o retábulo quinhentista de Gaspar Soares, uma rara cadeira do século XVI, os “padrões henriquinos” do Estado Novo ou a arte urbana contemporânea de João Cutileiro, descobrimos outras faces de Torres Novas e das relações da vila/cidade com os artistas e com as artes, reflexos da cultura e do pensamento de cada época. As epígrafes tumulares da igreja do Salvador revelam jogos genealógicos e hierárquicos da sociedade torrejana dos séculos XIV ao século XVIII. O processo de Rafael Mendes Franco denuncia as práticas inquisitoriais, abrindo portas para o conhecimento da mentalidade, das práticas sociais e da geografia da vila setecentista. O diário do general Jean-Jacques Pelet serve de ponto de partida para o desenho da vila no início do século XIX e revela algumas consequências da presença francesa na região. O memorial de João Fillipe Gouveya (oficial de artilharia portuguesa), relatando as experiências vividas durante as viagens e a permanência em espaços do Oriente português, é, no domínio da história social, um ponto de interesse para a compreensão do legado histórico-cultural da presença portuguesa no Oriente. A partir do manuscrito de Gouveya, é possível aproximarmo-nos dos frágeis equilíbrios estabelecidos entre os poderes de maior ou menor centralidade, no tempo em que era governador da Índia portuguesa (Goa) António César Vasconcelos Correia, 1.º conde de Torres Novas (1855-1864), remetendo transversalmente para a complexa rede de estruturas económicas e administrativas do Estado da fragmentada Índia portuguesa da 2ª metade do século XIX. O ambiente cultural das últimas décadas de oitocentos é traçado na obra de Andrade Corvo, onde o drama de actualidade denuncia os vícios e as paixões da sociedade burguesa do Portugal do século XIX. Da política e administração do reino ficam, ainda, as reacções, a nível concelhio, da crise de independência do século XVI, filtradas a partir de documentação do Cartório Notarial de Torres Novas, presente no Arquivo Distrital de Santarém.

 

Para o retrato da sociedade torrejana do século XX, o topónimo Fontinha é o mote de um relato espontâneo das vivências nas margens do rio Almonda, no início e meados de Novecentos, e uma notícia centenária do “Jornal Torrejano” (27/04/1909) faz ecoar a história do primeiro jogo de futebol realizado em Torres Novas. O esboço do retrato sócio-económico do concelho é rematado com a biografia de Maria Clementina Relvas, irmã de José Relvas e filha do fotógrafo Carlos Relvas, e com a relação de bens e trabalhadores da sua Quinta da Barroca.

Nesta edição, seguindo-se a linha do ano anterior, há espaço para discutir as questões da gestão do património arqueológico, da museologia e do turismo cultural. Nas últimas páginas, na habitual rubrica «…em revista» resumiram-se, a partir da imprensa regional, os factos locais mais relevantes do ano de 2008. Por fim, e para quem procura algo mais sobre temas torrejanos, apresenta-se a listagem dos índices da “NA”, do n.º 1 (1962) ao número 20 (2008).

 

E é assim que a revista Nova Augusta se constrói: com colaborações de diversas proveniências geográficas e académicas, todas em torno da história (e das histórias) de Torres Novas e do seu termo. É de salientar o crescimento das participações de investigadores de reconhecido grau académico, das universidades do Minho, do Porto, de Lisboa, de Coimbra e de Évora, e a persistência das colaborações de investigadores locais. Há a registar, ainda, a abertura da “NA” à primeira participação internacional, proveniente da Universidade da Florida, pela pena do conceituado historiador, fundador e director do Institute on Napoleon and the French Revolution, professor doutor Donald D. Horward.

 

O crescimento da “NA” tem sido uma realidade. Essa evolução define-se pela quantidade de artigos apresentados, mas também e sobretudo, pela qualidade científica dos estudos e pelo reconhecido mérito dos seus autores. O desenvolvimento e a divulgação da “NA” são possíveis graças a uma sustentada rede de permutas que inclui grande parte das bibliotecas municipais do país, e ainda as bibliotecas, institutos e centros de investigação universitários. Mas devem-se, igualmente, a um projecto editorial de paixão, empenho e compromisso do Município de Torres Novas e de todos quantos se envolvem no processo de concepção, planeamento e produção de cada uma das edições da Nova Augusta.

 

NovaAugusta20Nova Augusta n.º 20

Ano: 2008  

Série: II

Páginas: 324

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, Maria Elvira Marques Teixeira, Joana Catarina Pereira Rosa, Luís Batista, Vasco J. R. da Silva, Diana Gonçalves dos Santos, António Ribeiro, Paulo Oliveira, Joaquim Rodrigues Bicho, Margarida Moleiro, João Tereso, Gonçalo Lopes, Luís Mota Figueira  

 

Títulos dos Artigos: “A Misericórdia de Torres Novas. Da sua fundação, os primeiros tempos”; “O Foral Novo de Torres Novas no contexto da reforma manuelina dos forais”; “Relógios de sol em Torres Novas”; “A evolução dos revestimentos artísticos em interiores sacros privados do concelho de Torres Novas (séculos XVIII-XIX)”; “As obras na Cardiga durante os priorados de Fr. António Lisboa e Fr. Pedro Moniz”; “Andrade Corvo e o ensino artístico. Da fundação das Academias de Belas Artes à reacção romântica (1836-1856) “; “Carlos Cacho, físico nuclear. Contributo biográfico”; “Em memória de Artur Gonçalves”; “O Julgamento do Bacalhau, a cíclica viagem de condenado a salvador: práticas no concelho de Torres Novas”; “Acerca de um cabo de faca medieval em Torres Novas”; “Gestão Museológica, turismo cultural e salvaguarda do património: a importância da Carta Internacional do Turismo Cultural Autárquico”; 2007 em revista; Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: história, história da arte, património, personalidades, arqueologia, estudos sociais, foral, Torres Novas, Misericórdia, museus, capelas, Cardiga, Andrade Corvo, Carlos Cacho, Artur Gonçalves, Relógios de sol, Julgamento do Bacalhau

Sinopse: A revista Nova Augusta lança o vigésimo número da II série, inaugurada há 27 anos. De lá para cá, manteve-se o gosto pelos temas torrejanos, reforçaram-se os critérios de qualidade científica dos artigos, modernizou-se a imagem gráfica da revista e acolheram-se novos colaboradores.

 

A NA 20 representa, à semelhança dos números anteriores, o empenho na edição de uma publicação de valor reconhecido no panorama dos estudos locais e regionais. Este ano, são lançados novos contributos nas áreas da história, história da arte, personalidades, estudos sociais e arqueologia. E inaugura-se a rubrica Ideias e Debates.

 

Em 2008, a história e a história da arte são os alicerces da Nova Augusta.

 

Nos temas da história, António Mário Lopes dos Santos e Maria Elvira Marques Teixeira trabalham sobre assuntos do século XVI. António Mário L. Santos revela os trilhos (documentais) percorridos até à fundação da Misericórdia de Torres Novas e Maria Elvira Teixeira estuda o Foral atribuído, por D. Manuel I, a Torres Novas, em 1510.

 

Nos estudos de história da arte Diana Santos e Luís Batista visitam as quintas e casas nobres de Torres Novas e região envolvente: um para analisar os revestimentos artísticos das capelas privadas do concelho de Torres Novas (séculos XVIII-XIX), outro para investigar as obras da Quinta da Cardiga entre 1529 e 1630. António Ribeiro escreve sobre o ensino artístico no Portugal de oitocentos, abalado pela greve académica de 1844 e a reivindicação da reforma dos programas e dos métodos, destacando a publicação de um texto crítico de Andrade Corvo sobre a ausência de conhecimentos estéticos no ensino artístico.

 

A preparar a dissertação de doutoramento no âmbito da história das ciências, Vasco J. da Silva percorreu os espaços públicos e privados do concelho em busca de relógios de sol. Da pesquisa exaustiva resultou o artigo que aqui publicamos sobre os relógios de sol da Quinta de Caniços, de Alqueidão e do castelo de Torres Novas. 

 

Comemorando o 102º aniversário do nascimento de Artur Gonçalves, publica-se, pela pena de Joaquim Rodrigues Bicho, uma breve biografia do homem que mais escreveu sobre a história da vila e sobre os torrejanos ilustres, revelou contributos preciosos para o estudo da toponímia local, do património edificado, da história do funcionalismo municipal, entre outros assuntos. A obra de Artur Gonçalves, publicada nos anos 30 do século passado, é referência obrigatória para os investigadores dos temas torrejanos. 

 

Se Artur Gonçalves é já nome bem conhecido por estas terras, o de Carlos Cacho não o é.  Por isso, Paulo Oliveira revela a vida e obra deste reputado físico nuclear do século XX, natural de Golegã.

 

Bastante afamado era o Enterro do Bacalhau que por cá se fazia nas freguesias de Lapas, Riachos, Zibreira, Pedrógão, Parceiros da Igreja, Árgea e até na Vila. Margarida Moleiro tenta desvendar as origens e as formas destas práticas no concelho: os textos, as personagens e os locais.

 

E por fim, uma faca em ferro, de grandes dimensões, que ainda conserva parte do cabo original em madeira dá o mote para o artigo de arqueologia de Gonçalo Lopes e João Tereso. Quase não se conhecem exemplares de facas medievais encontradas em contexto arqueológico, o que confere a este achado carácter de raridade.

 

Pela primeira vez, a NA concede espaço à publicação de textos argumentativos sobre os temas da cultura. Luís Mota Figueira abre a secção Ideias e Debates com questões em torno da aplicação da Carta Internacional do Turismo Cultural nas autarquias.

 

Os assuntos mais marcantes do ano 2007 encerram a revista. Numa tentativa de garantir, para a posteridade, o registo dos acontecimentos mais relevantes da vida autárquica, sociedade, cultura e desporto em Torres Novas.

 

No alinhamento da NA 20 convivem académicos, profissionais das áreas da história, da museologia, do ensino. Convivem investigadores de profissão e outros que não o são. Convivem discursos académicos e discursos fluidos de escrita menos complexa, escolas e vivências diferentes. Convivem a dedicação e erudição dos seus colaboradores. É com esta matéria-prima que se produz a NA, uma revista com 46 anos de existência e periodiciadade anual praticamente ininterrupta desde 1990.

 

NovaAugusta19

Nova Augusta n.º 19 Ano: 2007  

Número: 19

Série: II

Páginas: 432

Formato: 21 x 22 cm

Encadernação: Capa mole

Preço: 10 €

+ Informação

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, Maria Elvira Marques Teixeira, Manuela Poitout   , Ricardo Varela Raimundo, Luís Batista, Margarida Teodora Trindade, Jorge Salgado Simões,Vasco Jorge Rosa da Silva, Joaquim Rodrigues Bicho, Ana Maria Marques, Margarida Moleiro, Paulo Oliveira, José Gonçalves, Armandina Silva, Susana David,Cláudia Costa, Filipa Rodrigues, Teresa Costa, Gonçalo Lopes, Carlos Carreira, Luís Mota Figueira, Andrea Martins, Diana Gonçalves dos Santos

 

Títulos dos Artigos: A ascensão do povo miúdo ao poder autárquico no concelho de Torres Novas; Lavradores com ciência – a filoxera nas vinhas de Torres Novas (1874-1914); Emancipação do Entroncamento do concelho de Torres Novas, em 1926; A economia torrejana a partir dos seus testamentos (1680-1790); A Confraria do Santíssimo Sacramento de Árgea; Transcrição do Livro das Visitações da Igreja do Salvador de Torres Novas (1566-1591) – Parte III; José Manuel Pereira de Oliveira. Percursos e contributos de um geógrafo; João José Dantas Souto Rodrigues, um cientista de Torres Novas; Pe. José Maya dos Santos no cinquentenário da sua morte; Dos primeiros agrupamentos musicais ao nascimento do Choral Phydellius: dinâmica associativa musical no concelho de Torres Novas (1850-1957); Comprar livros em Torres Novas. Resultados de um inquérito; As influências arquitectónicas da Casa-Estúdio de Carlos Relvas. Linhas de pesquisa; O Senhor Jesus dos Lavradores, um percurso de contestação, pesquisa e análise; Um tear de Kay da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas; A intervenção arqueológica no n.º 121 da Rua Carlos Reis (Torres Novas). Primeiros resultados; Um cantil almóada em Torres Novas; Os 3 dirhams do Museu Municipal Carlos Reis; Os fumos da Casa da Mina e da Índia – vestígios manuelinos encontrados no concelho de Torres Nova; Arte rupestre no concelho de Torres Novas: a Lapa dos Coelhos; Recensão Crítica de REIS, Pedro Carlos – Carlos Reis. Lisboa: ADC Edições, [d.l. 2006], 383; 2006 em revista; Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: Torres Novas, história, arte, personalidades, religião, arqueologia, arqueologia industrial, recensões críticas, índices, 2006, estudos sociais, cortes, D. João IV, doze, mesteres, poder autárquico, século XVII, oficiais mecânicos, século XIX, filoxera, vinhas, lavradores, Dantas Pimenta, Entroncamento, emancipação, século XX, árgea, testamentos, século XVIII, economia, visitações, Salvador, século XVI, geografia, José Manuel Pereira de Oliveira, João José Dantas Souto Rodrigues, Pe. José Maya dos Santos, Choral Phydellius, Orfeon, livros, Carlos Relvas, fotografia, terá, Kay, Carlos Reis, almóada, cantil, 121, dirhams, Museu, manuelino, Quinta de Caniços, rupestre, Lapa dos Coelhos, Carlos Reis.

 

Sinopse: A revista do ano 2007 é visivelmente diferente das anteriores: tem uma nova cara, um novo formato, um interior mais cuidado.

 

A renovação da NA ocorre da vontade de presentear os colaboradores e leitores com uma publicação de maior qualidade gráfica, equiparada à qualidade dos artigos apresentados, comemorando, assim, os 45 anos de existência da revista, a publicação anual (ininterrupta) desde há 9 anos e a cada vez maior contribuição dos investigadores das mais diversas áreas de estudo.

 

A Nova Augusta N.º19 oferece uma multiplicidade de estudos sobre o concelho de Torres Novas da autoria não só de investigadores torrejanos, mas também de académicos de vários pontos do país, nomeadamente da Universidade de Lisboa, da Universidade de Coimbra, da Universidade do Porto e da Universidade de Évora. Este ano, o Município de Torres Novas convidou, também, os investigadores dos concelhos limítrofes a participar com artigos que reflectissem as ligações históricas entre os concelhos.

 

Além desta novidade, a NA oferece uma nova disposição dos artigos que agora se agrupam em secções temáticas bem definidas e que, este ano, são as seguintes: História, Personalidades, Estudos Sociais, Arte, Religião, Arqueologia Industrial, Arqueologia e Recensões Críticas, inaugurada com uma reflexão sobre a obra de Pedro Reis intitulada Carlos Reis. Merece especial realce a secção Personalidades, pela importância que concede aos torrejanos que se distinguiram nos diversos domínios das ciências, das artes e das letras. Este ano os trabalhos recaem sobre a vida e obra do geógrafo José Manuel Pereira de Oliveira, do cientista João José Dantas Souto Rodrigues e do Pe. José Maya dos Santos (assinalando também os 50 anos da sua morte). 

 

A fechar: a rubrica 2006 em revista, onde “se passa revista” aos momentos mais marcantes do ano 2006, em Torres Novas.

 

NovaAugusta18

Nova Augusta n.º 18

Ano: 2006  

Número: 18

Série: II

Páginas: 360

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: Marco Liberato, Vasco Jorge da Silva Rosa, Magda Sofia Alves dos Santos, Ricardo Varela Raimundo, Carlos Carreira, Jorge salgado Simões, Joaquim Rodrigues Bicho, Margarida Moleiro, Diana Gonçalves dos Santos, António Mário Lopes dos Santos, Eduardo bento, Margarida Teodora Trindade, Joaquim Francisco de Sousa Clemente, Jorge Serra de Sousa, Sandra Lourenço, Gertrudes Zambujo, Marco Serra de Sousa, António Carolino, Ramiro Joaquim

 

Títulos dos Artigos: «Antroponímia do Concelho de Torres Novas nos finais da Idade Média», «As matas da Serra de Aire na Torres Novas dos séculos XV-XVI», «saber e poder assinar em Torres Novas (1670-1790): modalidades e assimetrias», «Um passado islâmico em Torres Novas», «Donut Urbano ou a dialéctica da cidade com o seu centro histórico», «A Igreja em Torres Novas no primeiro quartel do século XX», «Breves notas sobre o Tombo da Alcaidaria-mor da Vila de Torres Novas», «Obras de Carlos Reis no Museu de Torres Novas. Testemunhos da permanência de um gosto», «Subsídios para a história da fundação do convento do Espírito Santo», «A lenda de Martim Regos – uma vida que, de Torres Novas, se reparte pelo mundo», «Transcrição do Livro das Visitações da Igreja do Salvador – Parte II», «Torres Novas e a Crise nacional de 1383-1385», «Trabalhos de monitorização na estação de Villa Cardillium (Torres Novas)», 2005 em revista, Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: Torres Novas, história, geografia, história da arte, crítica literária, arqueologia, antroponímia, Serra d’aire, caça, centro histórico, Igreja, alcaidaria, Tombo, Carlos reis, pintura, museu, convento do espírito santo, Martim Regos, Pedro Canais, Livro das visitações da igreja do Salvador, Villa Cardillium, 2005, índices.

 

Sinopse: A Nova Augusta n.º 18 apresenta uma transformação palpável: maior número de páginas que o habitual. A circunstância deve-se à intensa participação dos investigadores/estudiosos dos temas de Torres Novas, o que nos permite trazer a público uma edição mais substancial. A par da subida dos colaboradores, tem crescido a qualidade dos artigos, talvez porque a Nova Augusta (NA) tem ganho terreno e se tem implantado, paulatinamente, no seio da comunidade torrejana pela sua periodicidade, rigor científico e heterogeneidade de saberes. Os artigos deste ano giram nas esferas da história, história da arte, arqueologia, literatura e geografia. No âmbito da história medieval Marco Liberato revela-nos dados interessantes para o estudo da antroponímia em Torres Novas, Joaquim Clemente faz a ponte entre as Cortes de 1380 e a crise dinástica de 1383-1385, e Vasco da Silva desvenda o mundo da caça nas matas da Serra d’Aire. Margarida Teodora Trindade, António Mário Lopes dos Santos e Margarida Moleiro, a partir da transcrição de documentos antigos, traçam percursos para a história da Vila, e Ricardo Varela Raimundo explora os índices de alfabetização da população torrejana nos séculos XVII e XVIII. Da história contemporânea encarregou-se Joaquim Rodrigues Bicho, que se debruçou sobre os conflitos Igreja-Estado, no primeiro quartel do século XX. Para a história da arte, Diana Gonçalves dos Santos deixa-nos o seu contributo sobre a figura e a obra pictórica do pintor Carlos Reis. Entre a história e a arqueologia, Carlos Carreira conduz-nos aos indícios do eventual passado islâmico de Torres Novas. E a Vila Cardílio protagoniza o relatório de trabalho de 6 profissionais de arqueologia, conservação e restauro que aí efectuaram várias intervenções. A literatura ficou nas mãos de Eduardo Bento, que nos oferece um artigo de crítica literária dedicado à Lenda de Martim Regos, do escritor torrejano Pedro Canais. Pelos caminhos da geografia urbana, Jorge Salgado Simões descreve o processo de esvaziamento do centro da cidade e o progressivo crescimento da periferia.

 

Uma variedade de temas e, principalmente, de abordagens é o que propomos neste número da NA. Sempre com o olhos postos em Torres Novas e com a certeza de que a Nova Augusta é muito mais do que passerelle de artigos académicos: é um instrumento de divulgação do património cultural torrejano nas suas mais variadas manifestações. Neste número integrou-se uma novidade e reavivou-se uma antiga tradição: “2005 em revista” e “Nova Augusta em índice”.

 

“2005 em revista” é um apanhado do que de mais relevante se passou em Torres Novas no ano transacto (na vida autárquica, na cultura e no desporto).

 

Nova Augusta em índice” é o rol dos índices de todas as revistas publicadas. Uma tradição da NA, que se perdera nos últimos dois anos, que retomámos por considerarmos uma ferramenta fundamental para todos os que se interessam pelos temas da terra. Desta forma, em poucos minutos, qualquer interessado encontra o artigo que pretende com a referência ao número da revista, ano e página. A tónica da Nova Augusta n.º18 é a conciliação entre linhas de continuidade e de originalidade, associando autores de várias idades, de formações/escolas diferentes e leituras inéditas dos mais diversos assuntos. São estas colaborações, tão distintas, que asseguram a regularidade e o interesse da publicação da revista de cultura do município e contribuem, definitivamente, para o estudo e difusão das fontes e conteúdos sobre Torres Novas.

 

NovaAugusta17

Nova Augusta n.º 17

Ano: 2005  

Número: 17

Série: II

Páginas: 230

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Ricardo Varela Raimundo, Diana Gonçalves dos Santos, Joaquim Rodrigues Bicho, Armando Borralho, Margarida Teodora Trindade, Vasco Rosa da Silva, António Mário Lopes dos Santos, A. M. Dias Diogo, Bruno F. da Silva, Jorge Serra de Sousa, Luís Mota Figueira

 

Títulos dos Artigos: «Sentir Mal do Sacramento da Penitência: o processo do Frei Salvador da Assunção», Subsídios para o conhecimento da produção artística de Carlos Reis», «O Bairro de Santo António: sociedade e economia entre 1936 e 1950», «Os últimos ferradores de Torres Novas, o cavalo e as artes equestres na 1ª metade do século XX», «Transcrição do Livro das Visitações da Igreja do Salvador de Torres Novas – Parte I», «Manuel de Figueiredo, contributo de um torrejano para a História da astronomia portuguesa», «Cristãos-novos torrejanos na época dos Filipes», «Notícia de achados romanos nos concelhos de Torres Novas e Alcanena», «Relatório de progresso dos trabalhos da Quinta de S. Brás», Análise de documentação visual na prática de gestão museográfica do Museu Agrícola de Riachos: proposta metodológica»

 

Palavra-chave: História, história da arte, museografia, arqueologia, Inquisição, século XVII, século XVIII, Idade Moderna, Lapas, Confissão, Sacramento, Penitência, Carlos Reis, pintura, século XIX, século XX, história contemporânea, Bairro de Santo António, Torres Novas, sociedade, economia, 1936, 1950, II Guerra Mundial, recessão, estabelecimentos, serviços, ferradores, cavalo, arte equestre, Igreja do Salvador, século XVI, livro de visitações, excomunhão, penas, Manuel de Figueiredo, cosmografia, astronomia, comunidade cristãos-novos, Alcanena, romanos, achados arqueológicos, relatórios arqueológicos, sítios arqueológicos, Quinta de S. Brás, Parceiros de Igreja, Bugalhos, Fontainhas, Marrujo, Paço, museus, Museu Agrícola de Riachos, fotografia, iconologia 

 

Sinopse: Seguindo uma linha de multiplicidade e heterogeneidade de temas, decorrentes da formação cívica e académica dos colaboradores, a revista Nova Augusta n.º 17 apresenta trabalhos no âmbito da história, história da arte, museografia e arqueologia. Ricardo Varela Raimundo abre a revista com o artigo «Sentir Mal do Sacramento da Penitência: o processo do Frei Salvador da Assunção». Ricardo Raimundo expõe o desenrolar de dois processos inquisitoriais (1696 e 1724) contra este religioso, oriundo de Lapas, que solicitava sexualmente várias mulheres durante o acto confessional. O segundo artigo, «Subsídios para o conhecimento da produção artística de Carlos Reis», é de autoria de Diana Gonçalves dos Santos. Neste artigo, para além de aspectos biográficos e outros referentes à arte pictórica deste torrejano, a autora revela uma extensa lista das obras de Carlos Reis, com mais de trezentos títulos. «O Bairro de Santo António: sociedade e economia entre 1936 e 1950» é o artigo onde Joaquim Rodrigues Bicho deixa alguns apontamentos sobre a vida social e económica deste bairro torrejano: um retrato real de uma época marcada por situações adversas como foram os conflitos bélicos e a consequente recessão. Neste artigo encontra-se, ainda, um rol dos estabelecimentos e serviços existentes no bairro nessa altura. Armando Borralho contribui para este número da Nova Augusta com o artigo «Os últimos ferradores de Torres Novas, o cavalo e as artes equestres na 1ª metade do século XX». O cavalo e as artes e ofícios ligadas à arte equestre dão o mote a este texto que recorda a vila de Torres Novas até 1957, anos em que existia um forte núcleo de profissões relacionadas com o cavalo devido à presença de vários aquartelamentos de cavalaria. Margarida Teodora Trindade, após ter publicado um artigo dedutivo e analítico sobre ao conteúdo documental fornecido pelo Livro das Visitações da Igreja do Salvador de Torres Novas (1566-1591), divulga, neste número, a primeira parte da transcrição deste manuscrito. «Manuel de Figueiredo, contributo de um torrejano para a História da astronomia portuguesa», é o título do artigo de Vasco Rosa da Silva mestrando de História da Universidade de Coimbra. O autor faz uma análise minuciosa às interpretações astronómicas de Manuel de Figueiredo, cosmógrafo-mor no reinado de Filipe II. António Mário Lopes dos Santos apresenta um trabalho baseado na transcrição da carta régia de Filipe IV (1630) dirigida ao Corregedor de Santarém, instruindo-o a respeito da cobrança de fintas impostas aos cristãos-novos. «Cristãos-novos torrejanos na época dos Filipes» é o título deste artigo onde António Mário perspectiva social e economicamente a comunidade de cristãos-novos. Os dois trabalhos de arqueologia publicados na Nova Augusta n.º 17 intitulam-se «Notícia de achados romanos nos concelhos de Torres Novas e Alcanena», de A. M. Dias Diogo e Bruno F. da Silva, e Relatório de progresso dos trabalhos da Quinta de S. Brás (2000), de Jorge Serra de Sousa. Referem-se respectivamente aos achados romanos encontrados nas estações arqueológicas de Fontainhas e do Marrujo (Parceiros da Igreja e Bugalhos), e à segunda campanha de escavações no arqueo-sítio de S. Brás, na freguesia do Paço. Luís Mota Figueira encerra a revista com um artigo de museografia, intitulado «Análise de documentação visual na prática de gestão museográfica do Museu Agrícola de Riachos: proposta metodológica». Trata-se de um exercício de indução e dedução a partir de um suporte visual (fotografia) com o objectivo de obter um maior conhecimento iconológico.

  

NovaAugusta16

Nova Augusta n.º 16

Ano: 2004

Número: 16

Série: II

Páginas: 196

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Marta Tamagnini, Joaquim Rodrigues Bicho, Paulo Renato Gregório, António Mário Lopes dos Santos, Margarida Moleiro, Carlos Ribeiro, Dias Diogo, João Catarino, Margarida Teodora Trindade

 

Títulos dos Artigos: «Revestimento azulejar da capela da Senhora Sant’Anna», «Da igreja de S. Pedro de Torres novas no 1º quartel do século XX», «O presépio de Machado de Castro na igreja da Misericórdia de Torres Novas», «Convento do Espírito Santo – últimos dias», «Painel de Gil pais: um estudo iconográfico e iconológico»,  «Cerâmicas de  duas estações arqueológicas do concelho de Torres Novas», «O livro das visitações da igreja do salvador de Torres Novas», «Os gaiteiros»    Palavra-chave: Património, arte sacra, azulejos, Capela de Santa Ana, Vargos, conservação e restauro, igreja de S. Pedro, século XX, história contemporânea, presépio, Machado Castro, igreja da Misericórdia, século XVIII, Idade Moderna, Natal, século XIX, Convento do Espírito Santo, Gil Pais, Estado Novo, Jorge Colaço, Companhia das Fábricas de Cerâmica Lusitânia, Praça 5 de Outubro, brasões, Castelo Velho de Riachos, cerâmicas, Chão do Castelo, Fungalvaz.

 

Sinopse: A riqueza do património artístico torrejano domina grande parte dos artigos apresentados na 16ª edição da revista de cultura do Município de Torres Novas. Marta Tamagnini Mendes ocupa-se do estudo do «Revestimento azulejar da capela da Senhora Sant’Anna», Joaquim Rodrigues Bicho, por sua vez, debruça-se sobre as questões «Da igreja de S. Pedro de Torres Novas no 1º quartel do século XX» e, seguindo a temática do património artístico-religioso, Paulo Renato Gregório analisa pormenorizadamente «O presépio de Machado de Castro na igreja da Misericórdia de Torres Novas». António Mário Lopes dos Santos, num artigo intitulado «Convento do espírito santo- últimos dias», retrata o contexto vivido aquando do encerramento desta casa de religiosas franciscanas.  Mantendo-se o registo do tema património, o artigo «Painel de Gil Pais: um estudo iconográfico e iconológico», de Margarida Moleiro, desconstrói figurativamente o painel de Gil Pais enquadrando-o na mentalidade da época. Falta ainda falar nos contributos de Carlos Ribeiro, que nos apresenta um artigo sobre a figura do gaiteiro que animava as festas populares, e de Dias Diogo e João Catarino com um trabalho no âmbito da arqueologia denominado «Cerâmicas de duas estações arqueológicas do concelho de Torres Novas». Margarida Teodora Trindade apresenta neste número da NA uma síntese das suas deduções tendo por base a transcrição e análise efectuada ao Livro das Visitações da Igreja do Salvador.

 

NovaAugusta15

Nova Augusta n.º 15

Ano: 2003  

Número: 15

Série: II

Páginas: 194

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5 €

+ Informação

Colaboradores: Ana Sofia Pereira, Carlos Ribeiro, Cláudia Plácido de Castro, Joaquim Rodrigues Bicho, José Alberto Borralho, Jorge Salgado Simões, Margarida Moleiro, Paulo Renato Gregório

 

Títulos dos Artigos: ««O espólio do Dr. Carlos de Azevedo Mendes no Museu Municipal», «Novas notas demográficas dos concelhos (Uma análise local aos resultados dos Censos 2001)», «Uma fiação de algodão em Torres Novas», «Os primeiros seis meses da guerra colonial na imprensa torrejana», «Torres Novas – sinais urbanos: do medievo ao moderno», «Rossio de S. Sebastião: as suas memórias», «Torres Novas num túmulo do santuário de Nossa Senhora de Guadalupe em Espanha», «Torres Novas, terra de festas», Portas abertas para um passado fechado»

 

Palavra-chave: História, biografia, Museu Municipal de Torres Novas, Carlos de Azevedo Mendes, século XX, história contemporânea, Câmara Municipal de Torres Novas, demografia, Censos, 2001, dinâmica populacional, envelhecimento, estrutura etária, famílias, habitação, emprego, Instituto Nacional de EstatísticaCompanhia Nacional de Fiação e Tecidos, algodão, século XIX, século XX, Guerra Colonial, Estado Novo, 1961, O Almonda, Ultramar, Madrinhas de Guerra,lendas, castelo, povoado, urbanismo, urbe,  Idade Média, Rossio de S. Sebastião, Marquesa de Torres Novas, D. Maria Guadalupe Lencastre e cardenas, Guadalupe, arca tumular, lápide, festividades, D. Maria I, século XVIII,1734, 1735, Idade Moderna, cidade, mutações, Torres Novas.

 

Sinopse: Torres Novas é o centro das reflexões e estudos apresentados no número 15 da revista Nova Augusta, ora em estudos de demografia ora em notas de memória de festas, gente ilustre e acontecimentos que abalaram a “vila”. Carlos de Azevedo Mendes foi uma figura notável pelo seu desempenho enquanto presidente da Câmara Municipal, o artigo de Cláudia Plácido, intitulado «O espólio do Dr. Carlos Azevedo Mendes no Museu Municipal», é o resultado da sua análise do espólio legado pela família de Carlos Mendes ao Museu Municipal Carlos Reis em 2002. Joaquim Rodrigues Bicho colabora neste número da Nova Augusta com dois artigos. «Uma fiação de algodão em Torres Novas», trata-se de um contributo para a história da fábrica que laborou até ao ano 2000. No segundo artigo, «Torres Novas, terra de festas», o autor escreve sobre as celebrações ocorridas na vila, segundo a narração de Simão Tadeu Ferreira (1798). A história do urbanismo é a temática desenvolvida no artigo «Torres Novas, sinais urbanos – do medievo ao moderno», de Paulo Gregório, onde se traça uma perspectiva do desenvolvimento urbano de Torres Novas desde o primeiro burgo até à expansão da vila. José Alberto Borralho faz um apontamento acerca da existência de um túmulo em Guadalupe, Espanha, onde está enterrada D. Maria de Guadalupe Lencastre e Cardenas, Duquesa de Arcos, Aveiro, e VI  Marquesa da  vila de Torres Novas. Jorge Salgado Simões apresenta-nos as suas «Novas notas demográficas do concelho», a partir dos resultados divulgados em Outubro de 2002, pelo Instituto Nacional de Estatística, referentes aos Censos 2001. A fechar esta edição, Jorge Simões e Ana Sofia Pereira, revelam-nos as «Portas abertas para um passado fechado», reflectindo sobre o património arquitectónico do centro histórico. Uma tentativa de chamar a atenção para a necessidade de reabilitar o centro histórico da cidade. 

  

NovaAugusta14

Nova Augusta n.º 14

Ano: 2002  

Número: 14

Série: II

Páginas: 236

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Carlos Trincão Marques, Jorge Salgado Simões, Paulo Renato, Joaquim Rodrigues Bicho, Sandra Lourenço, Júlio Manuel Pereira, Joaquim Rodrigues Bicho, Sandra Lourenço, Carlos Ribeiro, Jorge Serra de Sousa

 

Títulos dos Artigos: «Riachos – uma terra com nome próprio!», «Estrutura produtiva do concelho de Torres Novas», «A obra de mestre entalhador Manuel da Silva, na vila do Almonda (1685-1695)», «Colégio de Andrade Corvo – Memória breve de um longa vida», «A ocupação medieval na Rua Tenente Valadim nº 1 e 3 (Torres Novas)», «Um habitat do paleolítico Médio – a Quinta do Minhoto II (Riachos, Torres Novas). Breve apresentação», «Os Botas», «Considerações sobre o “Atlas” Folclórico», «Relatório de progresso dos trabalhos da Quinta de S. Brás», Nova Augusta em índice

 

Palavra-chave: Riachos, vila, século XX, história contemporânea, Torres Novas, década de 60, anos 70, anos 80, anos 90, estrutura produtiva, população activa, empresas, emprego, estabelecimentos, indústria, século XVII, Idade Moderna igreja da Misericórdia, Igreja do Salvador, igreja de Santiago, retábulo, arquitectura religiosa, arte sacra, Mestre Manuel da Silva, talha dourada, entalhador, história, história da arte, demografia, Colégio Andrade Corvo, ensino, João de Andrade Corvo, Rua Tenente Valadim, arqueologia, Salvador, século XII, século XIII, sítios arqueológicos, Quinta do Minhoto, Paleolítico Médio, Pré-História, barrões, migrações internas, etnografia, folclore, danças, cantares, Quinta de S. Brás, Pinheiro Manso, século IV, Idade Média.   Sinopse: A Nova Augusta n.º 14 comemora o 65º aniversário da biblioteca e os quarenta anos decorridos desde o lançamento da primeira revista Nova Augusta, em 1962. A edição de 2002, inicia-se com um artigo intitulado «Riachos – uma terra com nome próprio!», de autoria de Carlos Trincão Marques, um texto apresentado nas comemorações da passagem de aniversário da elevação de Riachos a vila. Jorge Salgado Simões traz-nos uma abordagem acerca da realidade industrial do concelho de Torres Novas num artigo cujo título reflecte o problema: «Estrutura produtiva do Concelho de Torres Novas – Desindustrialização ou reindustrialização?». «O mestre entalhador Manuel da Silva, na vila do Almonda (1685-1695)», é a proposta de Paulo Gregório Renato para desvendar o trabalho executado em Torres Novas por um artista de mérito nacional no século XVII, o mestre entalhador Manuel da Silva. Joaquim Rodrigues Bicho reaviva a memória do colégio Andrade Corvo através de um artigo sobre esta instituição, no artigo «Colégio Andrade Corvo – Memória breve de uma longa vida». Num segundo artigo, o autor escreve sobre a presença dos Botas em Torres Novas, cuja força de trabalho se revelou muito produtiva nas fainas agrícolas da apanha do figo e da azeitona.

 

Carlos Ribeiro propõe a criação de um «Atlas Folclórico» para o concelho de Torres Novas, muito mais do que curiosa, a proposta é inovadora.

 

No âmbito da arqueologia a N.A. de 2002 reserva três artigos: «A ocupação medieval na Rua Tenente Valadim, n.os 1 e 3», é o título do estudo de Sandra Lourenço, resultado da intervenção feita nas traseiras de um dos dois troços da muralha medieval torrejana. Júlio Manuel Pereira apresenta um breve estudo dos trabalhos realizados na «Quinta do Minhoto II», uma estação arqueológica do Paleolítico Médio. O relatório de Jorge de Serra Sousa encerra o ciclo de arqueologia desta revista com o relatório de progresso dos trabalhos de intervenção na Quinta de S. Brás.

  

NovaAugusta13

Nova Augusta n.º 13

Ano: 2001  

Número: 13

Série: II

Páginas: 160

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Joaquim Rodrigues Bicho, A. M. Dias Diogo, António J. Nunes Monteiro, Júlio Manuel Pereira, Faustino Bretes, Jorge Manuel Salgado Simões, Carlos Ribeiro

 

Títulos dos Artigos: «Artur Gonçalves, actor e ensaiador», «Miradouros do Concelho», «Ânforas Romanas de Villa Cardílio (Torres Novas)», «Fonte Santa II, Breve notícia de uma ocupação do Neolítico Final/Calcolítico nas proximidades de Torres Novas», «Teatro, Cinema e Filarmónica», «Paisagem protegida do figueiral torrejano? (Um estudo de geografia do turismo)», «Modas de roda», «Grupo Pró-Torres Novas»

 

Palavra-chave: História, arqueologia, etnografia, figo, Artur Gonçalves, história contemporânea, teatro, recreação, miradouros, Torres Novas, Vila Cardílio, vestígios romanos, Pré-história, Neolítico-final, Pré-história, Calcolítico, sítios arqueológicos, Fonte Santa, Ribeiro do Serradinho, Almonda, teatro, cinema, filarmónica, animatógrafo, figueiral, geografia, turismo, paisagem, cantares, folclore, danças, grupo pró-Torres Novas.

 

Sinopse: Este número da Nova Augusta inclui temas de história local, arqueologia, etnografia e sobre aquela que foi a grande riqueza da região: o figo. Todos os artigos têm como denominador comum contribuir para a definição e divulgação da identidade cultural torrejana. Joaquim Rodrigues Bicho homenageia Artur Gonçalves, investigador da história de Torres Novas, revelando a sua faceta de ensaiador de peças de teatro muito ligado ao movimento associativo de cultura e recreação – «Artur Gonçalves, actor e ensaiador». Joaquim Bicho elabora, ainda, num segundo artigo, um roteiro descritivo de alguns dos mais emblemáticos miradouros do nosso concelho. A Nova Augusta n.º 13 publica duas colaborações no âmbito da arqueologia. Um estudo (já publicado pela revista Conimbriga , n.º 38, 1999)  de A. M. Dias Diogo e António J. Nunes Monteiro, arqueólogos, sobre as ânforas romanas, descobertas entre 1980 e 88, de Vila Cardílio, e um artigo de Júlio Manuel Pereira que apresenta as principais conclusões sobre a importância da ocupação do sítio Fonte Santa II no período Neolítico-final/Calcolítico. Não querendo deixar passar em claro o aniversário do nascimento de Faustino Bretes (2002), a N. A. publica um artigo inédito deste torrejano: um conjunto de textos sobre o teatro, o cinema e a filarmónica torrejanos. Trata-se de uma carta escrita pelo autor e enviada à professora Maria Manuela Poitout, que gentilmente a ofereceu à Biblioteca de Torres Novas. Jorge Salgado Simões traz-nos uma proposta muito interessante de aproveitamento de um recurso natural de relevo para a identidade da região de Torres Novas: o figueiral. O autor equaciona um projecto de paisagem protegida para uma das áreas de figueiral, projecto que integraria actividades e serviços específicos de protecção e preservação. Por fim, Carlos Ribeiro alerta para o desuso em que caíram as modas de roda, parte integrante de uma tradição que divertia a juventude de outros tempos, e Joaquim Rodrigues Bicho descreve o percurso do Grupo pró-Torres Novas.  

  

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Nova Augusta n.º 12

Ano: 2000  

Número: 12

Série: II

Páginas: 246

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Rita Sáez, Joaquim Rodrigues Bicho, Sandra Correia, Carlos Borges Simão, Paulo Renato, António F. Carvalho, Mª João Jacinto, Cidália Duarte, João Maurício, Pedro Souto, Sandra Lourenço, Gertrudes Zambujo, José Borralho, Carlos Ribeiro, Ana Maria Marques

 

Títulos dos Artigos: «Nossa Senhora do Ó de Torres Novas», «A banda Operária Torrejana e a Fábrica Grande», «Convento de Santo António», «Linguajar torrejano nas personagens que lhe dão vida nos contos de António Borga», «Lapa dos namorados (Pedrógão, Torres Novas): Estudos dos materiais arqueológicos», «Intervenção arqueológica na Igreja da Misericórdia», Relatório arqueológico sobre a Estrutura de combustão de Barreiros (Riachos)», «O boieiro», «O associativismo, discursos, paradoxos e sonhos, uma reflexão inspiradas em teorias do poder e da reciprocidade» 

 

Palavra-chave: História, Torres Novas, arte sacra, Nossa Senhora do Ó, século XIV, século XV, Idade Média, século XVI, Renascimento, museu municipal, Virgem, Banda Operária, filarmónicas, Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas, século XIX, século XX, história contemporânea, Medeiros e Almeida, cânhamo, Convento de Santo António, século XIII, franciscanos, Arrábida, Convento de Nossa Senhora do Egipto, azulejaria, azulejos, pintura, António Campelo, escultura, António Borga, igreja da Misericórdia, século XVII, Idade Moderna, Pedrógão, arqueologia, Neolítico final, Idade do Bronze, 1ª Idade do Ferro, Idade Média, Romanos, enterramento, espólio arqueológicos, S. Pedro, esqueletos, enterramentos, Riachos, sítios arqueológicos, Cascalheira, Barreiros, espólio arqueológico,  Pré-História, proto-história, romanos, Idade do Ferro, boieiro, trabalho rural, bois, lavrar, associativism, filarmónicas, dirigentes.

 

Sinopse: Na transição do milénio, a Nova Augusta reúne um conjunto de trabalhos que, de alguma forma, contribuem para o reforço da identidade local. Rita Saéz estuda a imagem de Nossa Senhora do Ó de Torres Novas, que se encontra no Museu Municipal de Carlos Reis, abordando as questões da origem, culto e aspectos artísticos. Em «A Banda Operária Torrejana e a Fábrica Grande» Joaquim Rodrigues Bicho faz o historial da Banda, enquanto integrada na Companhia Nacional da Fiação e Tecidos. Participa ainda com um segundo artigo, sobre a referida companhia em que são abordados os vários processos mecânicos da “fiação do cânhamo”.

 

Sandra Correia, num trabalho intitulado «Convento de Santo António», aborda aspectos fundamentais da história do edifício, desde a sua construção ao estudo arquitectónico do exterior e interior do imóvel. Carlos A. Borges Simão, em «O linguajar torrejano nas personagens que lhe dão vida nos contos de António Borga», analisa a utilização dos termos populares na literatura daquele escritor lapense.

 

Paulo Renato faz uma abordagem analítica do revestimento azulejar da Igreja da Misericórdia de Torres Novas, contribuindo para o estudo da dinâmica arquitectónica no interior do templo. António Faustino Carvalho, Maria João Jacinto, Cidália Duarte, João Maurício e Pedro Souto apresentam os resultados do estudo dos materiais arqueológicos encontrados na “Lapa dos Namorados” na aldeia do Pedrógão.

 

Ainda no domínio da arqueologia, Sandra Lourenço, Gertrudes Zambujo e José Borralho, num artigo intitulado «Intervenção arqueológica na igreja da Misericórdia (Torres Novas)», apresentam o relatório conclusivo da intervenção realizada durante o ano de 2004. O terceiro artigo, dedicado à arqueologia, é o resultado do trabalho desenvolvido pelas Técnicas da Extensão do IPA de Torres Novas, Sandra Lourenço e Gertrudes Zambujo, na zona de Combustão de Barreiros, em Riachos. Carlos Ribeiro aborda o tema do boieiro, em artigo homónimo, homenageando estes homens que com as suas juntas de bois davam vida às ruas e aos campos da aldeia. Por fim, num artigo intitulado «O associativismo. Discursos, paradoxos e sonhos. Uma reflexão inspirada em teorias do poder e da reciprocidade», Ana Maria Marques dá-nos a conhecer, através de uma reflexão antropológica, o papel desempenhado pelas colectividades e associações no seio da comunidade, partindo das motivações dos dirigentes e das suas opiniões a respeito do associativismo.

  

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Nova Augusta n.º 11

Ano: 1999  

Número: 11

Série: II

Páginas: 224

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: João Pedro Cunha Ribeiro, João Maurício, Pedro Souto, António Carolino Rodrigues, Luís Osterbeck, Júlio M. Roque Carreira, Jorge Manuel Serra de Sousa, António Nunes Monteiro, João Manuel Ferraz Gaspar da Gama, Fernando C. S. Real

Títulos dos Artigos: «O Paleolítico Inferior na região de Torres Novas Elementos para o seu estudo», «Contribuição para o conhecimento do Paleolítico Inferior do Concelho de Torres Novas», «Para a Revisão da Neolitização da Região de Torres Novas », «A Necrólope Megalíticas das Lapas (Torres Novas)», «Três povoados fortificados do concelho de Torres Novas», «A Villa Cardílio», «Elementos Culturais de Vila Cardílio», «Contributo para o conhecimento da romanização», «A mineração romana: exploração de materiais não metálicos», sínteses. 

 

Palavra-chave: Arqueologia, pré-história, romanização, romanos, paleolítico-inferior, neolítico, necrópole, Lapas, megalítico, povoados, fortificações, Villa Cardílio, Torres Novas, Brogueira, Ramalhosa, Castelo Velho, Riachos,Martim Ladrão, Casével, Casal do vale, Santa Maria, Casal Minhoto, Casal do Seixo, Quinta do Minhoto, casa Branca, Mato de Miranda, Quinta da maçaroca, Chancelaria, quinta dos Marrecos, Pedrógão, espólio arqueologia, Fungalvaz, Malhada, Alto da Silva, Beselga-Concórdia, Quinta de S. Brás, pedreiras,  abrigo da pena d’água, gruta do almonda, Laranjal de Cabeço de Pias, Gruta das Lapas, espeleologia, Lapa da Bugalheira, Buraca da Moura, Rexaldia, Lapa amarela, Quinta da Romeira, Ferrarias, Castro do Chão do Castelo, Casal da Santo Antoninho da Caveira, Casais da Igreja.

Sinopse:

 

A revista Nova Augusta n.º 11 reservou-se, inteiramente, a estudos de arqueologia. Esta edição da NA estava prevista para o momento da abertura do núcleo Pré-História e Romanização do Museu Municipal de Torres Novas. No âmbito do trabalho de preparação deste núcleo museológico, houve que recensear toda a produção escrita acerca da arqueologia do concelho, desde as notícias mais antigas até aos textos decorrentes das mais recentes campanhas arqueológicas realizadas na região. Do espólio recolhido, organizou-se esta colectânea. Para uma melhor pesquisa dos conteúdos, apresentamos de seguida os títulos dos artigos que fazem parte desta NA: «Paleolítico inferior na região de Torres Novas, novos elementos para o seu estudo» de João Pedro Cunha, João Maurício e Pedro Souto; «Contribuição para o conhecimento do Paleolítico Inferior do concelho de Torres Novas» de António Carolino Rodrigues; «Para a revisão da neolitização da Região de Torres Novas» de Luís Oosterbeck; «A necrópole megalíticas das Lapas (Torres Novas)» de Júlio M. Roque Carreira; «Três povoados fortificados do concelho de Torres Novas» de Jorge Manuel Serra de Sousa; «A Vila Cardílio» de António Nunes Monteiro; «Elementos culturais de Vila Cardílio» de Jorge Manuel Serra de Sousa; «Contributo para o conhecimento da romanização no concelho de Torres Novas» de João Manuel Ferraz Gaspar da Gama; «A mineração romana: exploração de materiais não metálicos» de Fernando C. S. Real; Sínteses.

  

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Nova Augusta n.º 10

Ano: 1996  

Número: 10

Série: II

Páginas: 143

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: Joaquim Rodrigues Bicho, Francisco Canais Roche, Júlio M. Roque Carreira, Carolina Michaëlis de Vasconcelos

 

Títulos dos Artigos: «Moinho dos Gafos», «Para a história da resistência ao fascismo em Torres Novas», «A necrópole megaçítica das Lapas», «As ocupações das Idades do Cobre e do Bronze da Lapa da Bugalheira»,  «Materiais da Idade do Bronze da Gruta da nascente do Almonda», «A infanta D. Maria de Portugal e as suas Damas», Nova Augusta: 34 anos em índice  

 

Palavra-chave: Arqueologia, Torres Novas, história contemporânea, Lapas, século XX, fascismo, Moinho dos Gafos, resistência, espólio arqueológico, Luísa Sigéa, século XVI, renascimento.

 

Sinopse: Neste número da Nova Augusta são apresentados vários estudos que cumprem a promessa de se trazer anualmente à superfície um pouco do que se vai escrevendo e investigando acerca da história e da cultura torrejana. Joaquim Rodrigues Bicho oferece-nos mais uma memória, desta vez relativa ao Moinho dos Gafos. Um património secular a que não soubemos dar o melhor caminho. Francisco Canais Rocha escolhe como objecto de estudo a história da resistência ao fascismo em Torres Novas, entre 1945 e 1961, elaborando um ensaio no qual se destaca o papel do associativismo torrejano na politização do movimento anti-fascista local. A Nova Augusta nº 12 apresenta ainda três trabalhos relativos ao património arqueológico do concelho da autoria de Júlio Roque, investigador ligado ao Museu dos Serviços Geológicos. Nestes trabalhos estão relatadas as primeiras intervenções em Lapas, na Lapa da Bugalheira e na Gruta da Nascente do Almonda. É de referir a importância documental das fotografias referentes às escavações de Lapas, até então desconhecidas dos torrejanos. Finalmente, e a pretexto da reedição da obra de Carolina Michaëlis de Vasconcelos, «A Infanta D. Maria de Portugal e as suas damas», transcreve-se a parte relativa à torrejana ilustre Luisa Sigea. No final ficam os 32 anos da revista Nova Augusta revistos em índice, um contributo relevante para os que se dedicam à pesquisa de temas torrejanos.

  

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Nova Augusta n.º 9

Ano: 1995  

Número: 9

Série: II

Páginas: 200

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: Ana Lídia farinha, Joaquim Rodrigues Bicho, João Pedro Cunha-Ribeiro, João Maurício, Pedro Souto, Mário rui Silvestre, Carlos Ridbeiro, Ana Maria Merques, Ana Catarino Pinto, António Mário dos santos, Luís Godinho Maurício, Maria Fernanda Pinto, Maria Madalena Pinto, Élia Filipe, Guilherme António, João Carlos Lopes

 

Títulos dos Artigos: «Achegas para a história dos moinhos de água de Torres Novas», «C.N. de Fiação e Tecidos – 150 anos de Actividade», «O Paleolítico Inferior na região de Torres Novas e outras partes correlativas», «O trajo e representação», «O marquês de Torres Novas e outras partes correlatas», «O trajo e a representação», «Passado e futuro do Museu Municipal», «Ter e saber», «marketing político: o voto jovem em Torres Novas», «périplo de Ulisses», «Poesia», «Epopeia», «Ribatejo – meu poema», «a minha mão», «Excelência», índices.

 

Palavra-chave: Século XIX, século XX, Torres Novas, Companhia Nacional de Fiação e Tecidos, história contemporânea, meziões, moinhos do duque, moinho do açude, moinhos do caldeirão, moinhos dos pimentéis, arqueologia, paleolítico inferior, ramalhosa, Brogueira, Casatelo Velho, riachos, Casével, Martim Ladrão,  Chancelaria, mato de Miranda, Pedrógão, A-do-freire, D. João de Lencastre, Marquês de Torres Novas, século XVI, folclore,  Museu Municipal, sociologia, níveis de instrução, caracterização sócio-económica da população, apetências culturais, marketing, voto, eleições, marketing político, poesia, ficção.

 

Sinopse: A revista Nova Augusta n.º 9 é lançada em ambiente de júbilo motivado pela pequena vitória que foi conseguir publicar cinco números sem interrupções, desde 1991. Nova Augusta divide-se em duas partes: estudos e ensaios e poesia e ficção. Estudos e ensaios: A abrir esta publicação temos um escrito inédito, datado de 1969, de Ana Lídia Farinha, sócia da Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos, que constitui uma memória histórica dos moinhos do Rio Almonda. Joaquim Rodrigues Bicho traça as linhas gerais do percurso mais que centenário da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos. «O Marquês de Torres Novas e outras partes correlatas» é o ensaio de Mário Rui Silvestre que nos revela episódios desconhecidos relacionados com os amores de D. João de Lencastre, Marquês de Torres Novas, por D. Guiomar Coutinho, filha do Conde de Marialva. Ana Maria Marques em «Ter e saber – para uma caracterização sociológica do Concelho de Torres Novas» persegue o objectivo de saber até que ponto o meio familiar de origem condiciona o sucesso escolar e apetência para actividades de índole cultural. Carlos Ribeiro fala do trajo e representação e Ana Catarina Pinto traz-nos um estudo de marketing político, abordando, sobretudo, o voto jovem em Torres Novas. A história do museu municipal é passada em revista, por João Carlos Lopes, num momento em que o seu futuro dependia de medidas concretas e inequívocas. Para o estudo do paleolítico inferior da região de Torres Novas, mais uma vez, se pode contar com o contributo de João Pedro da Cunha Ribeiro, João Maurício e Pedro Souto. Poesia e ficção: António Mário Lopes dos Santos, Luís Maurício, Guilherme António, Maria Madalena Pinto, Maria Fernanda Pinto e Élia Filipe oferecem-nos prosas e versos. As páginas finais são ocupadas com os índices das revistas anteriores.

  

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Nova Augusta n.º 8

Ano: 1994

Número: 8

Série: II

Páginas: 224

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, Artur Corte Real, Câmara Municipal de Torres Novas, Carlso Nuno Reis Nunes Ferreira, Carlos Ribeiro, Eduardo Bento, Francisco Canais Rocha, Joaquim Rodrigues Bicho, José Alberto Matos da Silva, Lídia Maria Rodrigues Neves, Luís Godinho Maurício, Maria Fernanda Pinto, Maria Madalena Pinto, Marta Nunes Ferreira, Vítor Maia e Costa

 

Títulos dos Artigos: «O cânhamo e a sua cultura na região», «Subsídios de Lactação – elementos para o estudo de mães solteiras nos finais do século XIX», «Os mosaicos de Villa Cardílio, tentativa  de descrição», «Casa Mogo de Melo “Utilidade desconhecida”», «José Ribeiro – a invenção do corpo», «Roteiro de Carlos reis na Lousã», «Carlos Reis e Torres Novas», «Castelo de Torres novas – Sondagem arqueológica – relatório  preliminar», «Torres Novas e o atentado a João Chagas (1915)», Intervenção arqueológica de emergência na Quinta da Silva», «Génesis», «A Torres Novas – Vila do passado», «Pensamento irrequieto», banda desenhada, índices 

 

Palavra-chave: Cânhamo, século XIX, século XX, rio Almonda, Companhia Nacional de Fiação e Tecidos, história, mulher, mãe, Villa Cardílio, romanos, mosaicos, sítios arqueológicos, Casa Mogo de Melo, escultura, José Ribeiro, arte, Carlos reis, Lousã, Torres Novas, castelo., arqueologia, João Chagas, República, Quinta da Silva, espólio arqueológico, poesia, banda desenhada, índice.

 

Sinopse: A Nova Augusta de 1994 apresenta-se dividida em duas partes: Estudos e ensaios e poesia e ficção Estudos e ensaios: Num momento em que a agricultura e as políticas agrícolas assumiam particular destaque ao nível da discussão pública, merece particular atenção o artigo de Joaquim Rodrigues Bicho «O cânhamo e a sua cultura na região», um trabalho que revela pormenores curiosos e interessantes como foi o aproveitamento das potencialidades locais para a produção do cânhamo por alturas da II Guerra Mundial, quando se demonstrava difícil a sua importação de Itália. Lídia Neves inaugura o estudo sobre mães solteiras. Marta Nunes Ferreira estuda exaustivamente os mosaicos de Villa Cardílio, tentativa de certo modo inédita, pois eram até aqui conhecidos apenas estudos relativos a aspectos particulares ou emblemáticos. No momento em que a casa Mogo de Melo iniciou nova vida, findas as obras de restauro, Carlos Ribeiro, recorda tudo quanto ela acolheu ao longo de décadas. Eduardo Bento, por sua vez, parte à descoberta da obra escultórica de José Ribeiro. Os aspectos desconhecidos da criação artística de Carlos Reis na Lousã, e do modo como ela é ainda hoje visível em velhos candeeiros, portões, fontes e outras estruturas, é o que nos propõem José Matos da Silva e Vítor Maia. Continuando a temática Carlos Reis, Carlos Nuno Ferreira interessou-se pela ligação de Carlos Reis à sua terra natal, e deixa-nos o resultado de uma Conferência que soube cativar quantos o escutaram. Carlos Ribeiro revela-nos, ainda, um apontamento curioso: o atentado a João Chagas e as incidências do evento em Torres Novas. Os trabalhos arqueológicos realizados no castelo de Torres Novas e na Quinta da Silvã ficam arquivados nesta edição da NA. Na segunda parte, poesia e ficção, conta-se com os contributos de António Mário Lopes dos Santos, Maria Fernanda Pinto, Maria Madalena Pinto e Luís Maurício, que nos traz o Tó Novas e as suas divertidas histórias em BD. As páginas finais são ocupadas com os índices das revistas anteriores.

  

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Nova Augusta n.º 7

Ano: 1993

Número: 7

Série: II

Páginas: 254

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Francisco Canais Rocha, João Zilhão, João Maurício, Pedro Souto, José Júlio Antunes, João Carlos Lopes, Joaquim Rodrigues Bicho, António Fernando coelho, Elsa Tavares, Carlos Ribeiro, Eduardo Bento, Borges Simão, Carlos Simão Nuno, Vítor Pereira da Rosa,  Bertino Coleho Martins, José Brites, Guilherme António, Carlos Nuno,  António Mário Lopes dos Santos,  Luís Godinho Maurício, Maria Fernanda Pinto, Maria Zableta

 

Títulos dos Artigos: «A morte prematura do círculo católico dos operários torrejanos», «Jazidas arqueológicas do sistema cársico da nascente do Almonda», «Freguesias ou paróquias», «Pinceladas Torrejanas: moinhos de vento», «O cânhamo e a sua cultura na região», «As lavadeiras: evocação», «As visitas paroquiais – a propósito da publicação de “Visitas paroquiais  na região de Torres novas, séc. XVII-XVIII” de Isaías da Rosa Pereira», « Historiografia Torrejana: breve abordagem», «tanoaria, esse velho mester», «Maria Lamas – a vida como Vale dos Encantos é possível», «Materiais cerâmicos no Museu Agrícola de Riachos», «O Islão e a mulher», «Injustiça impedida por moleira torrejana», «A alaga dos figos», «O país dos Cegos», «O Ti Zé  da Dica», «Um poema de amor», «Ex-percurso», «Nas margens do meu rio», «Pela Tarde», Nova Augusta: 31 anos em índice

 

Palavra-chave: Século XX, Igreja, operários, sociedade, democracia cristã, católicos, liberais, socialistas, freguesias, paróquias, Torres Novas, moinhos de vento, lavadeiras, rio Almonda, século XVII, século XVIII, visitas paroquiais, Isaías da Rosa Pereira, historiografia, século XIX, Manuel Simões Pinho, Artur Gonçalves, Francisco Xavier de Arez e Vasconcelos, tanoaria, Maria Lamas, Vale dos Encantos, Museu Agrícola de Riachos, cerâmica, olaria, louça, Islão, Marrocos, religião, cultura, moleira, século XVI, figo, ficção, contos, poesia, índices.

 

Sinopse: O número 7 da revista Nova Augusta marca um momento de viragem na história da publicação, pela quantidade e qualidade dos trabalhos que ora se apresentam.

 

Francisco Canais Rocha, que se tem dedicado às questões do movimento operário e da industrialização, aborda de forma inédita a existência do Círculo Católico dos Operários Torrejanos. João Zilhão, Pedro Souto e João Maurício registam os resultados das intervenções arqueológicas que sucessivamente se realizaram na Gruta da Nascente do Almonda. António Fernando Coelho revisita «As Visitas Paroquiais de Torres Novas», chamando a atenção para a importância que assumem no conhecimento da história do comportamento religioso e das atitudes mentais das nossas comunidades. «Tanoaria, esse velho mester» constitui um exaustivo levantamento etnográfico de uma arte tradicional, da autoria de Elsa Tavares. João Carlos Lopes procura em «Historiografia torrejana» fazer o balanço breve do que até hoje foi escrito sobre o passado de Torres Novas.

 

Eduardo Bento e Borges Simão escrevem sobre uma obra de Maria Lamas e Carlos Simão Nuno surpreende-nos com um interessante trabalho sobre olaria tradicional, a partir de materiais cerâmicos existentes no Museu Agrícola de Riachos. Vítor Pereira da Rosa fala da mulher no contexto da cultura e da sociedade islâmicas, levando-nos a entender que numa área onde a presença dos mouros deixou marcas bem evidentes, a região de Torres Novas deverá reconhecer a contribuição desta herança na formação da sua ancestralidade. Num conjunto de textos de poesia e ficção assume particular destaque uma pequena colecção de poemas de António Mário Lopes dos Santos.  

 

As páginas finais são ocupadas com os índices das revistas anteriores.

  

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Nova Augusta n.º 6

Ano: 1992

Número: 6

Série: II

Páginas: 144

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

+ Informação

Colaboradores: Joaquim Oliveira Caetano, Maria Helena da Cruz Coelho, Luís Alexandre Pereira da Silva, José António Fernandes Camelo, Eduardo J. Bento, José Duque Simões, Joaquim Fernando Gorjão Duarte, Francisco Madeira Martins, José Augusto Tavares, António Ventura

 

Títulos dos Artigos: As Comemorações, Discursos e Abertura das Comemorações, Discursos de Encerramento das Comemorações, «A pintura em Torres Novas nos séculos XVI e XVII», «O concelho de Torres Novas em tempos de crescimento e consolidação de um Reino», «A estética, a psicocrítica e a crítica literária de João Mendes», «Evocação de António Prestes», «Nesta Torre (representação cénica)», «1º Foral de Torres Novas (peça de teatro)», «O circo chegou», «Um bom negócio», Amanhecer dos séculos», «Poema quase abstracto para um tema quase concreto», Roteiro fotográfico da visita presidencial

 

Palavra-chave: Comemorações do VIII Centenário do Primeiro Foral de Torres Novas, história, torneio literário, património, teatro, fotografia, manifesto à população, prémio ensaio Artur Gonçalves, foros, edições, desporto, folclore, escultura, pintura, música, semana da pedra II, abertura das comemorações, século XX, 1990, Outubro, medalha comemorativa, exposição de arte sacra, caixas de fósforos, exposição de arqueologia, crítica literário, visita do ministro da educação, Roberto Carneiro, museu municipal Carlos Reis, Painel de azulejos, António Prestes, Discursos de abertura das comemorações, discursos,  Discursos de encerramento,  das comemorações, Torres Novas, século XV, século XVI, Diogo de Contreiras, Bento Coelho da Silveira, Álvaro Mendes, Convento de Carmo, Diogo Soares, Pedro Vieira, Domingos Vieira Serrão, 1190, século XII, idade média, século XX, psicocrítica, estética, António Prestes, poesia, autos, fotografia, visita presidencial, Mário Soares.

 

Sinopse: Passadas as Comemorações do VIII Centenário do Primeiro Foral de Torres Novas, a revista Nova Augusta apresenta um breve registo do que aconteceu, reunindo as conferências proferidas durante as Comemorações, o texto de representação cénica medieval, os trabalhos premiados no Torneio Literário, e uma resenha cronológica dos actos realizados. Dos discursos de abertura das comemorações fazem parte o do Presidente da República, o do Presidente da Câmara, o do Bispo de Santarém e o do Representante da Comissão Coordenadora. Dos discursos de encerramento ficam neste número da N.A. registados os do Presidente da Câmara e o do Representante da Comissão Coordenadora.

 

As quatro conferências proferidas giram em torno da história, história da arte e literatura. No campo da história, Maria Helena da Cruz Coelho, professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Directora do Instituto de Paleografia da Faculdade de Ciências, a partir do mote “Ontem ponte para o amanhã”, desenvolve a sua conferência «O concelho de Torres Novas em tempos de crescimento e consolidação de um reino». No âmbito da história da arte, Joaquim Oliveira Caetano (mestrando de História da Arte na faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) apresenta «A Pintura em Torres Novas nos séculos XVI e XVII. De Diogo de Contreiras a Bento Coelho da Silveira» e na área da filosofia/literatura somos agraciados com duas conferências: uma sobre «A estética, a psicocrítica e a crítica literária de João Mendes», de Luís Alexandre Pereira da Silva (professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Filosofia de Braga), e outra sobre António Prestes - «Evocação de António Prestes», de José António Fernandes Coelho, professor de literatura portuguesa. Eduardo Bento é o responsável pelos «Cinco quadros [que] memoram a concessão do Foral a Torres Novas por D. Sancho I» – textos de representação cénica medieval, e, por fim, apresentam-se os textos premiados no torneio literário. A fechar deixa-se um apanhado fotográfico da visita presidencial.

  

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Nova Augusta n.º 5

Ano: 1991

Número: 5

Série: II

Páginas: 120

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 4€

+ Informação

Colaboradores: José Machado Lopes, Joaquim Rodrigues Bicho, Eduardo Bento, Francisco Canais Rocha, Pedro Manuel Natal da Luz, Francisco Correia, António Mário Lopes dos Santos, Lucília Verdelho da Costa, António Canelas

 

Títulos dos Artigos: ««Torres Novas na Ocupação Romana», «Acção Assistencial de Confrarias e Misericórdias, «Luísa Sigéa – Uma presença Renascentista em Torres Novas», «Torres Novas nos Primórdios da Industrialização (séc. XVIII-XIX», «O período liberal em Torres Novas», «Andrade Corvo – homem público e cidadão», «A imprensa regional no concelho de torres Novas (1853-1926)», «O movimento social na região de Torres Novas (1862-1926)», «Movimento associativo em Torres Novas»

 

Palavra-chave: Torres novas, Romanos, Vila Cardílio, mosaicos, Confrarias, misericórdias, hospitais, albergarias, gafarias, século XIII, século XVI, roda dos expostos, lar das raparigas, centros de dia, Luísa Sigéa, século XV, Renascimento, humanismo, indústria, industrialização, século XVIII, século XIX, Casa Nery, Companhia Nacional de fiação e Tecidos, Fábrica Grande, Fábrica de Papel do Almonda, Fábrica de José Baptista Ramos de Deus, revolução de 1820, Regeneração, José Vasconcelos Correia, Andrade Corvo, biografia, genealogia, imprensa, século XX, Ecco Torrejano, Janota Almondino, A Monarquia, O Jornal Torrejano, O Imparcial, Serpa Pinto, A Renascença, O Povo de Alcanena, O Joranal de Torres novas, O Comercio de Torres Novas, O Almonda, A Era Nova, o Riachense, O Alerta, O Binóculo, O Foco, O Operário, O Futuro de Alcanena, Movimento social, história, sociedade, economia, proletariado, associações, carlso reis, pintura, história da arte, naturalismo, associativismo, Clube Torrejano, Teatro Virgínia, banda Operária, bombeiros Voluntários, Clube Desportivo de Torres novas, Choral Phydelius, listagem de associações.

 

Sinopse: O número 5 da Nova Augusta é uma colectânea de dez palestras proferidas na Associação para Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Torres Novas. Ao promover esta iniciativa a Associação tinha como intenção preparar, remotamente, as comemorações do VIII centenário do primeiro foral de Torres Novas. José Machado Lopes aborda «Torres Novas na ocupação romana»; Joaquim Rodrigues Bicho desvenda o mundo da acção assistencial desde a medievalidade ao século XX num artigo intitulado «Acção Assistencial de Confrarias e Misericórdias» e Eduardo Bento revela «uma presença renascentista em Torres Novas» ao biografar Luisa Sigea, contextualizando-a no seu tempo. Em tom biográfico surge também o artigo de Francisco Correia sobre Andrade Corvo – «Andrade Corvo – Homem público e cidadão». Francisco Canais Rocha apresenta-nos dois artigos: um sobre a industrialização em Torres Novas (entre os séculos XVIII e XIX) e um outro sobre «O Movimento Social na Região de Torres Novas», onde o autor se dedica a enumerar um grande número de associações existentes na “vila” entre 1862 e 1926, abrindo um especial parágrafo para o nascimento e morte das associações de classe, e nos dá também conta das condições de vida e de trabalho do proletariado torrejano. A temática do movimento associativo em Torres Novas é também desenvolvida por António Canelas, que no final do seu artigo nos deixa uma listagem exaustiva das associações torrejanas (e a data da sua fundação), existentes entre o século XIX e o século XX (1981).

 

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Nova Augusta n.º 3 e 4

Ano: 1983/84

Número: 3 e 4

Série: II

Páginas: 128

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 1,5€

+ Informação

Colaboradores: J. Robalo Pombo, Joaquim Rodrigues Bicho, Faustino Bretes, Faustino Bretes, Pedro Manuel Natal da Luz, Joaquim Lopes Santana, Carlos Ribeiro, José António Falcão, Alberto Aires da Silva Vitorino, José Ribeiro Sineiro, Mário Leão, Faustino Bretes, Maria Lúcia Namorado, Ivone Mendes S. B. de Figueiredo, Judith Navarro, José d’Abreu Lopes, João Caetano, Guilherme Sarmento Pinto, Luís G. Maurício

 

Títulos dos Artigos: «Azulejaria Torrejana», «Meio Século ao serviço da Educação», «A propósito… general J. A. Ferreira Dias», «O Folclore Ribatejano da Zona de Transcrição da Lezíria para a Charneca», «O trabalho rural, os Cânticos e as Danças Folclóricas», «Tradição», «Tradição», «Tradição relacionada com o Caga-lume», «Rio Almonda: herança da natureza que o homem teima em destruir», «Pinceladas Torrejanas – Vila de Colinas e Mirantes», «Esculturas em madeira», «Tratado da escola Tauromáquica de Torres Novas», «Magnitude: em rememoração de Artur Gonçalves», «A Fangueira», «De longe IV – Ao meu pai», «O Luva», «Recordação dum veterano», «Sobre nós!», «O Diálogro» 

 

Palavra-chave: Azulejaria, Torres Novas, século XVI, século XVII, romanos, Capela de Nossa Senhora do Vale, Capela de Santo António, Igreja da Misericórdia, século XVIII, colégios, Colégio de João de Deus, Colégio de Santa Maria, Congregação de S. José de Cluny, General Joaquim Augusto Ferreira Dias, século XIX, folclore, Ribatejo, lezíria, charneca, etnografia, trajos, danças, cantares, trabalho rural, tradição, aguadeiros, David da Água, Caga-lume, pirilampos, rio Almonda, natureza, poluição, colinas, miradouros, escultura, José Ribeiro Sineiro, Tauromaquia, escola tauromáquica, ficção, literatura, romance, banda desenhada, categorias profissionais, sociedade, empregos.

 

Sinopse: Esta edição engloba um conjunto diversificado de artigos que versam sobre a história, arqueologia e etnografia de Torres Novas e alguns trechos de natureza literária. Em «Ideário Republicano na Imprensa Regional do Concelho de Torres Novas (1907-1910)», António Mário Lopes dos Santos passa em revista a forma como os jornais torrejanos noticiam aquele período de grandes combates políticos, apesar das restrições à liberdade de imprensa impostas pela ditadura de João Franco. Faustino Bretes, num artigo intitulado «Do Poder Judicial em Torres Novas», refere os factos históricos mais relevantes da evolução do poder judicial, particularizando o caso de Torre Novas. O artigo de Francisco Canais Rocha designado «Para a História do Movimento Operário em Torres Novas – 1908-1912» revê o período de transição da monarquia para a república, referindo as primeiras formas de organização do operariado em Torres Novas e a sua expressão na imprensa local e nas associações de trabalhadores. O artigo de José Manuel Carraça da Silva, «População, Eleitores, Deputados (Torres Novas, 1894)», aborda a problemática eleitoral num tempo em que o direito ao voto estava restringido pelos condicionalismos censitários. Em «Memória breve sobre Vila Cardílio», Francisco Cândido Rodrigues Costa refere a história da descoberta e sucessivas fases de escavação desta vila romana. Joaquim Rodrigues Bicho contribui para este número com mais uma deliciosa história da vida quotidiana, incluída na série Pinceladas Torrejanas, intitulada «O vizinho do Bairro». Em «O Folclore Ribatejano da Zona de transição da Lezíria para a Charneca», Pedro Manuel Natal da Luz começa por definir folclore para depois se concentrar no folclore ribatejano e, em particular, no rancho de riachos então designado “os camponeses da Casa do Povo de Riachos”. Analisa, detalhadamente, o trajo e as danças e cantares do seu repertório. «Do cancioneiro popular de Santos (Concelho de Mação)» é um conjunto de quadras recolhidas nas freguesias e concelhos do distrito de Santarém. Em «Folclore é Pobreza», Carlos Ribeiro fala da forma como se desenrolou o processo de recolha com vista à criação do Rancho Folclórico de Torres Novas e da importância de preservar a memória popular. Seguem-se alguns artigos de cariz literário: «Poesia de neutrões versus prosa da paz» de José Alberto Marques, «Memórias do labirinto» de António Mário Lopes dos Santos, alguns poemas de Luís Maurício, textos em prosa de Judith Navarro e Maria Lúcia Namorado. Nas artes plásticas divulgam-se obras de José Ribeiro Sineiro, Maria Teresa Pais, Antero Guerra Inácio, Luís Godinho Maurício, João Alfaro e Maria Idalina Fernandes do Vale e Pina. Publicam-se ainda, neste número, as comunicações do 1º Encontro de Folcloristas do Ribatejo assinadas por Célia Maria Salvador Barroca, Joaquim Lopes Santana, Augusto do Souto Barreiro, José Maria Marques e Álvaro Almeida dos Santos. A revista encerra com a lista dos autarcas eleitos do concelho de Torres Novas.

 

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Nova Augusta n.º 2

Série: II

Páginas: 128

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: António Mário Lopes dos Santos, Faustino Bretes, Francisco Canais Rocha, José Manuel Carraça da Silva, Francisco Cândido Rodrigues Costa, Joaquim Rodrigues Bicho, Pedro Manuel natal da Luz, José António Falcão, Carlos Ribeiro, José Alberto Marques, Luís G. Maurício, Judith Navarro, Maria Lúcia Namorado, José Ribeiro Sineiro, Maria Teresa M. M. Pais, Antero Guerra Inácio, Manuel Maria Mota Gonçalves, João Alfaro, Maria Idalina Fernandes do Vale e Pina, Célia Maria Salvador Barroca, Joaquim Lopes Santana, Augusto do Souto Barreiros, Álvaro Almeida dos Santos

 

Títulos dos Artigos: «Ideário Republicano na Imprensa Regional do Concelho de Torres Novas (1907-1910)», «Do poder judicial em torres Novas», «para a história do movimento operário em Torres Novas 1908-1912», «População, eleitores, deputados (Torres novas, 1894)», «Memória breve sobre Villa Cardílio», «Pinceladas Torrejanas – O vizinho do bairro», «o folclore ribatejano da zona de transição da lezíria para a Charneca», «Do cancioneiro popular de Santos (Concelho de Mação)», «Folclore é pobreza«, «poesia de neutrões versus prosa da paz», «Memórias do labirinto, «Poemas», «Bandeira», «Renúncia», «Esculturas em madeira», «Passagem silenciosa nos vestígios de outras passagens», pintura, «aguarela», «Torres Novas», «Auto-retrato»,   «1º Encontro de folcloristas do Ribatejo», «o papel do folclore  no desenvolvimento cultural da juventude», «Riachos, seus usos e costumes através dos tempos», «o Ribatejo: o trajo, a dança e o canto», «Como deve ser feita a recolha do trajo, danças e cantares», «Os grupos folclóricos e o seu papel na defesa das tradições populares portuguesas», Autarcas do concelho de Torres Novas, eleições autárquicas (resultados – Torres Novas)  

 

Palavra-chave: Século XX, século XIX, república, imprensa, Torres Novas, poder judicial, tribunal, movimento operário, sociedade, história, republicanos, socialistas, anarquistas, operariado, associações, população, eleitores, deputados, Vila Cardílio, romanos, arqueologia, folclore, Ribatejo, bairro, “os camponeses”, rancho, danças, cantares, cancioneiro, Mação, poesia, literatura, ficção, romance, José Ribeiro Sineiro, escultura, Teresa Pais, Pintura, tinta da china, Riachos, etnografia, trajes, autarcas do concelho, assembleia municipal, presidentes das juntas de freguesia, eleições autárquicas

 

Sinopse: Esta edição engloba um conjunto diversificado de artigos que versam sobre a história, arqueologia e etnografia de Torres Novas e alguns trechos de natureza literária. Em «Ideário Republicano na Imprensa Regional do Concelho de Torres Novas (1907-1910)», António Mário Lopes dos Santos passa em revista a forma como os jornais torrejanos noticiam aquele período de grandes combates políticos, apesar das restrições à liberdade de imprensa impostas pela ditadura de João Franco. Faustino Bretes, num artigo intitulado «Do Poder Judicial em Torres Novas», refere os factos históricos mais relevantes da evolução do poder judicial, particularizando o caso de Torre Novas. O artigo de Francisco Canais Rocha designado «Para a História do Movimento Operário em Torres Novas – 1908-1912» revê o período de transição da monarquia para a república, referindo as primeiras formas de organização do operariado em Torres Novas e a sua expressão na imprensa local e nas associações de trabalhadores. O artigo de José Manuel Carraça da Silva, «População, Eleitores, Deputados (Torres Novas, 1894)», aborda a problemática eleitoral num tempo em que o direito ao voto estava restringido pelos condicionalismos censitários.

 

Em «Memória breve sobre Vila Cardílio», Francisco Cândido Rodrigues Costa refere a história da descoberta e sucessivas fases de escavação desta vila romana.

 

Joaquim Rodrigues Bicho contribui para este número com mais uma deliciosa história da vida quotidiana, incluída na série Pinceladas Torrejanas, intitulada «O vizinho do Bairro». Em «O Folclore Ribatejano da Zona de transição da Lezíria para a Charneca», Pedro Manuel Natal da Luz começa por definir folclore para depois se concentrar no folclore ribatejano e, em particular, no rancho de riachos então designado “os camponeses da Casa do Povo de Riachos”. Analisa, detalhadamente, o trajo e as danças e cantares do seu repertório. «Do cancioneiro popular de Santos (Concelho de Mação)» é um conjunto de quadras recolhidas nas freguesias e concelhos do distrito de Santarém. Em «Folclore é Pobreza», Carlos Ribeiro fala da forma como se desenrolou o processo de recolha com vista à criação do Rancho Folclórico de Torres Novas e da importância de preservar a memória popular. Seguem-se alguns artigos de cariz literário: «Poesia de neutrões versus prosa da paz» de José Alberto Marques, «Memórias do labirinto» de António Mário Lopes dos Santos, alguns poemas de Luís Maurício, textos em prosa de Judith Navarro e Maria Lúcia Namorado. Nas artes plásticas divulgam-se obras de José Ribeiro Sineiro, Maria Teresa Pais, Antero Guerra Inácio, Luís Godinho Maurício, João Alfaro e Maria Idalina Fernandes do Vale e Pina. Publicam-se ainda, neste número, as comunicações do 1º Encontro de Folcloristas do Ribatejo assinadas por Célia Maria Salvador Barroca, Joaquim Lopes Santana, Augusto do Souto Barreiro, José Maria Marques e Álvaro Almeida dos Santos. A revista encerra com a lista dos autarcas eleitos do concelho de Torres Novas.

 

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Nova Augusta n.º 1 - Série II

Ano: 1981  

Número: 1

Série: II

Páginas: 80

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: José Manuel Carraça da Silva, João António Marques Ferreira, José Ribeiro Sineiro, Faustino Bretes, António Mário Lopes dos Santos, Lúcio Vieira, Francisco Nuno O. Rodrigues, Manuel Gonçalves, Antero Guerra Inácio, Luís Godinho Muarício

 

Títulos dos Artigos: «Dezoito anos depois», «A Rata Cega», «Subsídios para a história do cinema em Torres Novas», «Torres Novas sobre o seu remoto passado», «Caracterização do concelho de Torres Novas pela sua imprensa (1907-1910)», «De nós, Helena, de novo», «Dois sonetos em torno da mudança ou repensando Camões», «Sem título», «Jardim de Torres Novas», «A gema, a clara e o grande ovo», «Arquiversus», Política autárquica – debate sobre os grandes problemas do concelho, com a participação de Casimiro Pereira (AD), António Canais (APU) e Vítor Constantino (PS), Autarcas de Torres Novas

 

Palavra-chave: Rata Cega, Torres Novas, história, caminho de ferro, Alcanena, Rua Serpa Pinto, cinema, século XIX, século XX, Teatro Virgínia, cultura, sociedade, agricultura, imprensa, indústria, mercado, comércio, salários, contos, literatura, ficção, sonetos, poesia, Camões, gravura, desenho, banda desenhada, política autárquica, habitação, terminais rodoviários e ferroviário, despoluição do rio  Almonda, corrupção, desporto, entrevista, dívida camarária.

 

Sinopse: Após um hiato de 18 anos é lançado um número da Nova Augusta sob a direcção de José Manuel Carraça da Silva. Tal como já acontecia no primeiro número, engloba, no seu conteúdo, artigos que versam sobre a história, arqueologia e etnografia de Torres Novas e também alguns trechos de natureza literária. O artigo de João A. M. Ferreira, intitulado «A Rata Cega» relata a história da linha de caminho de ferro que atravessava a vila de Torres Novas ligando-se a Riachos e Alcanena. José Ribeiro Sineiro contribui para este número da revista com os seus «Subsídios para a História do Cinema em Torres Novas», onde relata os primórdios do seu aparecimento e o papel do teatro Virgínia na divulgação da sétima arte no concelho. «Torres Novas sobre o seu remoto passado» é um texto de Faustino Bretes que refere a sua toponímia e origens. António Mário Lopes dos Santos, em «Caracterização do Concelho de Torres Novas pela sua Imprensa» (1907-1910), analisa a agricultura, indústria, comércio, no período que antecede a implantação da República a partir de informações recolhidas nos jornais locais. No campo da literatura, António Lúcio Vieira colabora através de um conto e António Mário Lopes dos Santos com dois sonetos. Nas artes plásticas, este número conta com os contributos de Francisco Nuno O. Rodrigues, Manuel Maria Mota Gonçalves, Antero Guerra Inácio e Luís Godinho Maurício. A finalizar, publica-se uma entrevista sobre “política autárquica” ao presidente e vereadores da Câmara Municipal.

 

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Nova Augusta n.º 2

Ano: 1963  

Número: 2

Série: I

Páginas: 142

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

 

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

+ Informação

Colaboradores: Fernando Cunha, Armando de Lucena, António M. Gonçalves, Maria Adelaide Lima Cruz, Alsácia Fontes machado, Maria Emília Mexia Santos, Virgínia Victorino, Eduarda lapa, A. Borges dos Santos, Armando Cortes-Rodrigues, Arminda Lage, Fernando de Pamplona, Rodrigues Crespo, Maria Elisa Nery de Oliveira, José Carlos Cardoso, José-Alberto Marques, António Mário Santos, José S. da Costa, Afonso do Paço,   Maria Augusta Serra, Amaral de Melo, Matilde Rosa Araújo, Jorge ramos, A. Borges dos Santos

 

Títulos dos Artigos: Pórtico, «Carlos Reis na pintura, na aula, na sociedade», «Carlos Reis, director dos museus nacionais», «Recordação da Lousã», «A mestre Carlos Reis», «Carlos Reis e a Lousã», «Duas Palavras», «A minha homenagem«, «Carlos Reis e Fialho», «Grito das Ilhas», «Naquele dia», «Cântico de amor», «Três sonetos», «Amor», «Obcessão em círculo», «Autopoema», «Tréguas para a cidade possível», «Areia do Mar», «Vila Cardílio, estação romana de Torres Novas», «Nótulas sobre arqueologia de Torres Novas»,  «Breves reflexões sobre  a história das artes plásticas», «Pássaros e flores», «A errata do tipógrafo e do autor», De rebus pluribus, Comemorações do XXV aniversário da Biblioteca e do Museu, reproduções de quadros de Carlos Reis, reportagem fotográfica (comemorações do XXV aniversário da biblioteca e do museu)

 

Palavra-chave: Carlso Reis, pintura, século XIX, século XX, naturalismo, arte, história da arte, Torres Novas, Lousã, museus, poesia, Artur Bual, ficção, Francisco Nuno, desenho, Comemorações aniversário da biblioteca, comemorações aniversário do museu, biblioteca municipal, museu municipal, exposição bio-iconográfica, 1962, ruínas romanas, Vila Cardílio, Gustavo Pinto Lopes, doações, Major Luís Ferreira Machado Drumond, fotografias, arqueologia, literatura.

 

Sinopse: A Nova Augusta nº 2 comemora o centésimo aniversário do mestre Carlos Reis. Por este motivo, a primeira parte da revista é inteiramente dedicada à vida e obra deste pintor. Contamos então com os seguintes artigos: «Carlos Reis na Pintura, na Aula, na Sociedade» de Armando de Lucena, «Carlos Reis, Director dos Museus Nacionais» de António M. Gonçalves, «Recordação da Lousã» de Maria Adelaide Lima Cruz, «A Mestre Carlos Reis» de Alsácia Fonte Machado, «Carlos Reis e a Lousã» de Maria Emília Mexia Santos, «Duas Palavras» de Virgínia Victorino, «A minha homenagem» de Eduarda Lapa, e «Carlos Reis e Fialho» de A. Borges dos Santos. Na parte reservada à poesia podemos encontrar Armando Côrtes-Rodrigues com «Grito das Ilhas», Arminda Lage com o poema «Naquele dia», Fernando de Pamplona e o seu «Cântico de Amor», Rodrigues Crespo com «Três Sonetos», Maria Elisa Nery de Oliveira a cantar o «Amor», José Carlos Cardoso e a sua «Obsessão em Círculo», José Alberto Marques com um «Autopoema», António Mário Santos com «Tréguas para a cidade possível» e José S. da Costa com o soneto «Areia do Mar». Estudos e Nótulas é o título da terceira parte da N.A. nº 2. Deste lote fazem parte: um artigo sobre a Vila Cardílio, de Afonso do Paço («Vila Cardílio, Estação Romana de Torres Novas»), documentado com fotografias; no âmbito da arqueologia Maria Augusta Serra escreve «Nótulas sobre arqueologia de Torres Novas»; Amaral de Melo deixa-nos «Breves reflexões sobre a história da Artes Plásticas»; Matilde Rosa Araújo traz-nos uma história de «Pássaros e Flores» e Jorge Ramos com «A errata do tipógrafo e do autor» revela-nos um episódio caricato à volta de um erro de tipografia.

 

Quase a terminar a revista, a parte De rebus pluribus relata, jornalisticamente, as comemorações do XXV aniversário da Biblioteca e do Museu Municipal, bem como do centenário do nascimento de Carlos Reis, os acontecimentos sobre a Vila Cardílio e a homenagem a Gustavo Pinto Lopes.

 

Noticia-se ainda a oferta do espólio da artista Maria Amélia da Costa Nery ao Museu Municipal Carlos Reis e o falecimento do major Luís Ferreira Machado Drumond, colaborador do primeiro número da Nova Augusta. Há ainda tempo nesta parte para biografar Eduarda Lapa, pintora que colabora neste número da N.A. Por fim, somos presenteados com o Documentário pela imagem que engloba reproduções de alguns quadros de Carlos Reis e alguns elementos iconográficos sobre o mestre. Deste anexo fotográfico constam também as fotografias das cerimónias comemorativas referidas. A fechar, duas notas sobre pintores cujas obras foram reproduzidas nesta revista, uma sobre Artur Bual e outra sobre Francisco Nuno, uma fotografia de Maria Amélia da Costa Nery e uma reprodução do quadro “Camélias” de Eduarda Lapa.

 

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Nova Augusta n.º 1

Série: II

Páginas: 107

Formato: 17x23,5

Encadernação: Capa mole

Preço: 2,5€

+ Informação

Colaboradores: Brigadeiro Lino Valente, Fernando Cunha, Maria Augusta Serra, Manuel S. Pinho, Augusto Mendes, Maria Noémia Leitão, Frederico Lopes Júnior, Luís Machado Drumond, Reis Brasil, Ruy Galvão de Carvalho, Faustino Bretes, José Lopes dos Santos, António Borga, Eduíno de Jesus, Borges dos Santos, Judite Navarro, Maria Lúcia Vassalo

 

Títulos dos Artigos: Pórtico, «Palavras de saudação e júbilo», «Nótula sobre a arqueologia de Torres Novas», «Duas cartas de José Estêvão», «Valorização da pessoa humana», «Kafka e o absurdo», «A tradição, condutora dos povos», «Festas do Espírito Santo», «Antero de Quental – o poeta e o homem de acção», «Os poetas açorianos e a música», «Preito», «Adoração», «Animalidade», edital, «Salmo Misterioso», «Joaquim o filósofo», «memórias de um candeeiro», «Tentação», De rebus pluribus – Comemorações do XXV aniversário da Biblioteca e Museu Municipal (sessão de abertura e reportagem fotográfica)

 

Palavra-chave: História, arqueologia, etnografia, Torres novas, Açores, poesia, ficção, literatura, estudos, ensaios, paleolítico, José Estêvão de Magalhães, filosofia, Kafka, tradição, Ilha Terceira, festas do Espírito Santo, Antero de Quental, século XX, século XIX, música, Comemorações,  XXV aniversário da Biblioteca Municipal, XXV aniversário do Museu Municipal, 1962, Carlos Reis, Porto,  Manuel Simões Pinho,  fotografias.

 

Sinopse: O primeiro número da Nova Augusta é composto de um conjunto diversificado de artigos que versam sobre a história, arqueologia e etnografia de Torres Novas, alguns textos sobre os Açores e de autores açorianos e um terceiro conjunto, literário, em que participam autores torrejanos. Em «Nótula sobre a arqueologia de Torres Novas», Maria Augusta Serra descreve as investigações arqueológicas por ela conduzidas no concelho de Torres Novas. Manuel S. Pinho dá a conhecer em «História da Nossa Terra» as cartas de José Estêvão Coelho de Magalhães, personagem que participou na preparação do pronunciamento militar que pretendia derrubar o governo de Costa Cabral e que viria a ser designado de «Revolta de Torres Novas». Em «A valorização da Pessoa Humana», Augusto Mendes exalta a importância, para Torres Novas da época, da fundação de dois colégios – o Colégio Andrade Corvo e o Colégio de Santa Maria. Segue-se um ensaio literário de Maria Noémia Leitão sobre a obra de Kafka. Num outro ensaio, designado «À tradição, condutora dos povos», Frederico Lopes Júnior empreende uma reflexão filosófica sobre a «Tradição» para os açorianos, de como mantém unido um povo que emigrou e se repartiu por vastos e longínquos territórios. Luís Machado Drumond relata as «Festas do Divino Espírito Santo» na ilha Terceira. «Antero de Quental. Poeta e Homem de Acção» é um extenso ensaio literário de Reis Brasil, sobre o homem e a obra poética de Antero de Quental. Ruy Galvão de Carvalho, em «Os Poetas Açorianos e a Música» divulga alguns sonetos de poetas açorianos inspirados em compositores ou obras musicais. Segue-se um capítulo contendo alguns poemas de Faustino Bretes, José Lopes dos Santos, António Borga, Eduíno de Jesus e Borges dos Santos e textos de ficção literária de Judith Navarro, Maria Lúcia namorado e António Borga. A encerrar este primeiro número da Nova Augusta, o seu director, Alberto Borges dos Santos escreve um artigo comemorativo do XXV aniversário da Biblioteca e Museu Municipal, faz uma referência ao trabalho do Grupo Pró Torres Novas e apresenta o programa das comemorações do centenário do nascimento do pintor Carlos Reis. Outras notícias dão conta de uma visita do Círculo de Estudos Arqueológicos e do falecimento de Manuel Simões Pinho.

 

 

 

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