Munícipe

Coleção «estudos e documentos»

Os dois primeiros números da coleção Estudos e Documentos publicaram-se em 2005. Criada para se constituir como espaço específico para a publicação de trabalhos científicos no âmbito da história e do património locais e de fontes documentais, a coleção serve ainda de meio para a divulgação de documentos inéditos.

 

É graças aos contributos de vários colaboradores, alguns deles académicos a fazer as suas teses de mestrado ou doutoramento, e que se têm interessado pelo estudo do passado do território do concelho de Torres Novas, do que abarca ou abarcou, que, desde 2005 para cá, tem sido possível fazer crescer esta coleção. Os trabalhos que lhe dão corpo são, juntamente com a Nova Augusta, referências incontornáveis para o estudo da história local.

 

estudos-documentos9Título: Formas de Organização Social na vila de Torres Novas nos finais da Idade Média
Autor: Cátia Manuela Rios Vieira
Revisão: Ana Maria Marques e Margarida Freire Moleiro
Coordenação editorial: Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial – Município de Torres Novas
Grafismo: Gabinete de Comunicação e Imagem – Município de Torres Novas
Data: 2014
Número de páginas: 128
Formato: 20 x 28 cm
Encadernação: capa mole
Preço: 5€


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Palavras-chave: Torres Novas, Idade Média, História, assistência, confrarias, instituições, sociedade, organização concelhia, capelas

 

Formas de Organização Social na vila de Torres Novas nos finais da Idade Média é o título do número 9 da coleção Estudos e Documentos, organizado pela autora, Cátia Manuela Rios Vieira, a partir da tese de mestrado em História Medieval que apresentou à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2010.


Para este estudo, Cátia Vieira recorre ao Tombo das Capelas de Torres Novas, datado da centúria de quinhentos. A partir deste conjunto documental, em que encontra informação sobre várias instituições assistenciais, a autora empenha-se na identificação das oligarquias locais e das principais instituições e organizações concelhias; analisa, também, os modelos assistenciais existentes e a forma como respondiam ou não a todas as preocupações das populações locais na Idade Média.

 

Estudos Docs08 Convento-espirito-santoTítulo: O Convento do Espírito Santo de Torres Novas (1536-1799)

Autor: António Mário Lopes dos Santos

Data: 2009

Coleção: Estudos e Documentos, N.º 8

Formato: 28 (alt.) x 20 (larg.) cm

N.º páginas: 160

Encadernação: capa mole

Preço: 5€

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Palavra-chave: convento do espírito santo, ordem Terceira de São Francisco, Torres Novas, Rua das Freiras, inquisição, bens, anais, fundação

 

O Convento do Espírito Santo de Torres Novas (1536-1799) O Convento do Espírito Santo de Torres Novas (1536-1799) é fruto do trabalho de pesquisa do autor na Academia das Ciências de Lisboa, na Torre do Tombo, no Arquivo Histórico da Misericórdia de Torres Novas e no Arquivo Distrital de Santarém. Desta investigação foi recolhido um manancial documental bastante vasto e substancial para traçar a história do Convento do Espírito Santo de Torres Novas, das suas origens (século XVI) à data da extinção (final do século XVIII).  

 

Cartas de doações, processos, contratos de pagamento de dotes, inventários dos bens móveis e imóveis do convento, revelam-nos os nomes das freiras (e outros agentes), a sua naturalidade e os cargos, as receitas e as despesas do convento… Mas só através do cruzamento desta documentação com outras fontes, bibliografia específica e bibliografia de referência da história de Portugal e das instituições religiosas, foi possível desenhar o ambiente da vida conventual e as estruturas da organização do Convento da Ordem Terceira de São Francisco: o contexto da fundação, as estruturas conventuais, os tempos da Inquisição, os bens e a atmosfera dos últimos tempos. O último capítulo desta publicação, intitulado “anais do convento”, compreende a descrição cronológica da vida do Convento do Espírito Santo, a partir dos registos dos contratos do pagamento de dotes das descendentes femininas de várias famílias que encontrariam, assim, um futuro ao serviço Deus. Destaca-se este capítulo por ser uma importante revelação/divulgação de fontes, representando um convite a futuros investigadores que queiram aprofundar e relacionar estes novos dados a fim de construir novos caminhos para o conhecimento da história económica e social do concelho.

 

Estudos Docs07 Paisagem-da-PedraTítulo: Serras de Aire e Candeeiros – A Paisagem da Pedra

Autor: Fernando  Faria Pereira

Data: 2009

Coleção: Estudos e Documentos, N.º 7

Formato: 28 (alt.) x 20 (larg.) cm

N.º páginas: 136

Encadernação: capa mole

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Serra de Aire, Serra de Candeeiros, PNSAC, paisagem, fauna, flora, pecuária, geomorfologia

 

Serras de Aire e Candeeiros – A Paisagem da Pedra   Este estudo é uma contribuição para a caracterização da unidade de paisagem das serras de Aire e Candeeiros, integrada no grupo de unidades denominado maciço calcário da Estremadura, identificando, também as diversas subunidades existentes e as suas características específicas.  

 

«A Serra de Aire surge ao longe, vista do interior, como uma enorme massa rochosa de contornos arredondados. A escarpa do arrife, uma enorme falha geológica, eleva-se bruscamente. Nalguns locais, como na zona do Pafarrão, a separação das colinas, revestidas de alguns laranjais onde se multiplicam pequenas lagoas, é de tal forma evidente que, mesmo de Torres Novas (que dista cerca de 10 quilómetros), é perfeitamente visível o seu vigoroso traçado. A Serra de Candeeiros estende-se, a Oeste, como uma enorme barreira grosseiramente paralela ao contorno do litoral. Os cumes arredondados, entrecortados com notável regularidade de pequenos vales, estabelecem abruptamente o contacto com as terras baixas. As famosas curvas de Porto de Mós, na estrada que liga esta povoação ao Livramento, com o seu traçado sinuoso, elevam-se a mais de 100 metros, acedendo ao interior do maciço calcário.  (…) o   que  melhor   sintetiza  a  especificidade  desta unidade de paisagem é a pedra que, com os seus tons acinzentados, se pode observar um pouco por toda a parte. Esta realidade, perceptível nos diversos afloramentos rochosos, nas habitações, nos muros, marca uma diferença tão nítida em relação às unidades limítrofes que justamente tem sido denominada como o reino da pedra.» In Serras de Aire e Candeeiros - A Paisagem da Pedra, pp.17-18

 

CardigaTítulo: Cardiga, de Comenda a Quinta da Ordem de Cristo (1529-1630)

Autor: Luís Miguel Batista

Data: 2009

Coleção: Estudos e Documentos, N.º 6

Formato: 28 (alt.) x 20 (larg.) cm

N.º páginas: 232

Encadernação: capa mole

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Cardiga, Frei Pedro Moniz, Frei António de Lisboa, Ordem de Cristo, João de Ruão, Golegã, Vila Nova da Barquinha, Tejo  

 

Cardiga, de Comenda a Quinta da Ordem de Cristo (1529-1630) A história da Cardiga desde a Reforma da Ordem de Cristo até ao tempo dos Filipes: caracterização geográfica, integrando-a no seu contexto regional; o contexto histórico nacional e regional; a Cardiga na história dos Templários em Portugal; a figura de Frei António de Lisboa e a Reforma da Ordem de Cristo (1529); a Cardiga nos dois primeiros reinados da época filipina; a geografia senhorial e a estrutura patrimonial da Comenda/Quinta (partindo do Tombo de 1504); a população e seus comendadores (caracterização social, ligações à Casa Real e à Corte); a exploração económica e a administração patrimonial; a evolução do património edificado e móvel.

 

MemoriasHistoriaVilaTN

Título: Memórias para a história da Vila de Torres Novas [1745-46], por Luís Montês Matoso, presbítero escalabitano

Apresentação e notas: Maria Elvira Marques Teixeira

Data: 2008

Coleção: Estudos e Documentos, n.º 5

N.º páginas: 120

Formato: 28 (alt.) x 20 (larg.) cm

Encadernação: capa mole

Preço: 5€

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Palavras-Chave: século XVIII, Luís Montês Matoso, história, cultura

Memórias para a história da Vila de Torres Novas [1745-46], por Luís Montês Matoso, presbítero escalabitano «(...) escritas na década de quarenta do século XVIII (1745-46). Trata-se de um códice manuscrito, heterogéneo, propriedade da Biblioteca Pública de Évora, (...). A peça documental incorpora vários documentos, pelo que se encontra descrita, em termos arquivísticos, como “Miscelânia”. (…)»  

 

«Há já alguns anos que a Câmara Municipal de Torres Novas tem em vista a publicação das Memórias para a história da Vila de Torres Novas, da autoria do Padre Luís Montês Matoso (1701-1750), escritas na década de quarenta do século XVIII (1745-46). Trata-se de um códice manuscrito, heterogéneo, propriedade da Biblioteca Pública de Évora, que se pode consultar na sala de Cimélios desta Biblioteca. A peça documental incorpora vários documentos, pelo que se encontra descrita, em termos arquivísticos, como “Miscelânia”. (…)

 

Na organização desta síntese, optou-se essencialmente por seguir três tópicos: o autor; os documentos que compõem as Memórias; e, finalmente, enquadramento das Memórias para a história da Vila de Torres Novas numa dinâmica de circulação de informações, que, especialmente no campo literário, foram progressivamente (com maior expressão depois da década de 1740) revelando a adesão de Portugal ao pensamento iluminista, de que estes textos são, simultaneamente, manifestação e resultado.»

 

AlcaidariaMorVilaTN

Título: Traslado autêntico da medição, demarcação e tombo da Alcaidaria-mor da Vila de Torres Novas e suas pertenças [1790-1793]

Transcrição, introdução, índices e notas: Margarida Moleiro

Data: 2008

Coleção: Estudos e Documentos, n.º 4

N.º páginas: 136

Encadernação: capa mole

Formato: 28 (alt.) x 20 (larg.) cm

Preço: 5€

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Palavras-Chave: Castelo, Alcaidaria, século XVIII, administração, história

 

Traslado autêntico da medição, demarcação e tombo da Alcaidaria-mor da Vila de Torres Novas e suas pertenças [1790-1793] «O Traslado autêntico da medição, demarcação e tombo da Alcaidaria-mor da Vila de Torres Novas e suas pertenças é uma importante fonte para os investigadores da história, economia e sociedade do final de setecentos...»  

 

«…A importância histórica do documento que temos em mãos não podia ser mantida para erudição de apenas alguns. O Traslado autêntico da medição, demarcação e tombo da Alcaidaria-mor da Vila de Torres Novas e suas pertenças é uma importante fonte para os investigadores da história, economia e sociedade do final de setecentos...»

 

A publicação que se apresenta estrutura-se me duas partes:

«A primeira parte trata das questões da forma e teor do documento, através de uma apresentação física do Tombo e dos assuntos nele contidos. Preocupámo-nos, também, nesta parte, em enquadrar a produção do diploma no contexto administrativo e jurídico da época – entre linhas de continuidade e ruptura – e tentámos, ainda, compreender até que ponto este documento fez parte das fontes estudadas para a construção de uma historiografia local.

 

A segunda parte, dedicámo-la à transcrição integral do documento; da terceira parte fazem parte um glossário das palavras mais difíceis ou raras que se encontram no documento e que pudessem não ter um significado imediato para o leitor, um índice geral das rubricas contidas no tombo e um índice onomástico. A elaboração dos índices nasceu da necessidade de ordenar nomes e assuntos, durante a fase de estudo do documento. Acreditamos, por isso, que os índices poderão ser instrumentos úteis para a pesquisa e conhecimento do Tombo.»

 

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Título: A População de Torres Novas. Transformações e dinâmicas na demografia local (1864-2005)

Autor: Jorge Salgado Simões

Data: 2007 (lançado ao público em 2008)

Coleção: Estudos e Documentos, n.º 3

N.º de páginas: 176

Encardenação: capa mole

Preço: 5€

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Palavras-chave: séculos XIX-XX, demografia, Torres Novas, freguesias, cidade, concelho, população.

 

A População de Torres Novas. Transformações e Dinâmicas na Demografia Local (1864-2005) «O objectivo deste trabalho passa por observar, medir e descrever a dimensão, as estruturas e a distribuição da população de Torres Novas ao longo do período censitário português [1864-2005], identificando as suas particularidades e os fenómenos responsáveis pelas mudanças ocorridas. Conhecer o território, e neste caso o património humano que o constitui, é fundamental para facilitar a sua apropriação e valorização. Num tempo de realidades voláteis, de mobilidades acrescidas e escalas planetárias, faz cada vez mais sentido ter um território de referência. O nosso território.» Jorge Salgado Simões

 

TorresNovasIndustrial

Título: Torres Novas Industrial: 1784-1999

Autor: Filipa Oliveira

Data: 2005

Colecção: Estudos e Documentos, n.º 2

Número de páginas: 132

Formato: 20x28

Encadernação: capa mole

Preço: 5€

 

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O trabalho de Filipa Oliveira é o resultado de um estudo que tem como objectivo interpretar as alterações registadas ao nível da instalação da indústria transformadora em Torres Novas. Trata-se de uma análise da relação entre a evolução da localização industrial e o desenvolvimento da estrutura espacial da urbe, entre 1784 e 1999.

 

  

CeramicasModernasDoPalacioMogoDeMeloDeTorresNovas

Título: Cerâmicas Modernas do Palácio Mogo de Melo de Torres Novas

Autor: Carlos Carreira

Data: 2005

Colecção: Estudos e Documentos, n.º 1

Número de páginas: 112

Formato: 20x28

Encadernação: Capa mole

Preço: 5€

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Palavra-chave: Arqueologia, Palácio Mogo de Melo, cerâmicas, cerâmica vermelha, faiança portuguesa, porcelana chinesa, século XVIII, História Moderna, História da Arte.

 

O material exumado no decorrer das obras de restauro do Palácio Mogo de Melo (edifício setecentista) assume-se como testemunho privilegiado para a compreensão deste espaço antes da construção do palácio. Além do significado que estas cerâmicas encerram em si no âmbito da História da Arte Portuguesa, o estudo pode ir muito mais além face à raridade destas e à importância de que se reveste este produto na história sócio-económica nacional e europeia. Os objectivos de Carlos Carreira vão para além da contextualização cronológica do arqueo-sítio em questão, procurando através da investigação material contribuir para o conhecimento da História Moderna de Torres Novas.

 

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