Coleção «história e património»

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Os factos da história do concelho de Torres Novas foram assim os primeiros a dar corpo às edições municipais. Artur Gonçalves publicaria, sob a chancela do município, outras obras centradas nos temas da história e do património e das personalidades torrejanas de maior relevo. Este primeiro impulso só seria verdadeiramente renovado umas décadas depois, em que um número considerável de trabalhos, sobretudo a partir dos anos 90 do século XX, viria a engrossar o conjunto das obras publicadas pelo Município de Torres Novas nas áreas da história local e regional e do património histórico.

 

JRB-capaTítulo: Torres Novas. Festas Populares de Tradição Religiosa 1920-1970

Autor: Joaquim Rodrigues Bicho

Data: 2015

Cordenação Editorial: Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial - CMTN

Número de páginas: 344

Formato: 17 x 24 cm

Encadernação: capa mole

Preço: 10€

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Palavras-chave: Festas populares, santos, tradição religiosa, Torres Novas, século XX

 

Na presente obra o autor reúne uma relação das festas religiosas de cariz tradicional que se realizaram em Torres Novas entre 1920 e a década de 70 do século XX. Fê-lo de forma tão sistemática que o livro pode ser consultado quase como se de uma pequena enciclopédia local e temática se tratasse, podendo ser usado como fonte de outros trabalhos, com distintas abordagens. O capítulo final contém pequenas notas biográficas dos patronos das festas.

 

capa pedrogao 182x292Título: Pedrógão de Aire. Fontes e contributos para a sua história

Autora: Maria da Conceição Geada

Data: 2011

Coordenação editorial: Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial – CMTN

Número de páginas: 591

Formato: 17x24 Encadernação: capa mole c/ badanas

Preço: 15€

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Palavras-chave: Pedrógão, geografia, história, paróquia de Santa Maria da Serra de Alqueidão, devoções, festas, ensino, associativismo, administração da freguesia, actividade económica

 

Pedrógão de Aire. Fontes e contributos para a sua história é fruto de um longo trabalho de recolha de fontes documentais sobre a história de Pedrógão e surge na sequência de uma obra publicada pela autora em 1976, intitulada Pedrógão de Aire – notas para uma monografia.  

 

A partir de uma vasta pesquisa documental (no Arquivo Distrital de Santarém, no Arquivo Histórico Municipal de Torres Novas, no Arquivo Histórico da Diocese de Santarém, no Arquivo Histórico do Patriarcado de Lisboa, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, no Arquivo da Universidade de Coimbra, na Biblioteca da Ajuda e nos arquivos da junta da freguesia e da paróquia de Pedrógão), a autora Maria da Conceição Geada procurou, durante os últimos 5 anos, traçar diversos aspectos da história de Pedrógão, «sem a pretensão de esgotar assunto» e reconstituindo o «viver e o agir» das gentes daquela terra. Esta obra divide-se, assim, em 11 capítulos que abordam os temas mais diversos: a geografia e a história de Pedrógão (introdução), a paróquia de Santa Maria da Serre de Alqueidão (origens e o clero), as instituições religiosas e os locais de culto, o tecido social, as festas religiosas e as devoções, a actividade económica, as infra-estruturas e os meios de comunicação, a instrução pública, a vida política e administrativa da freguesia, as instituições sociais e culturais da freguesia, os documentos familiares (família Alvim). No final, encontra-se um apêndice documental onde constam as inspecções escolares, o testamento do padre Jorge de Sousa e Alvim, a memória paroquial de 1758 referente ao inquérito de Alqueidão, o abaixo-assinado da população de 1858 e os sumários das actas da junta da paróquia/freguesia de Pedrógão.

 o-seculo-pracaTítulo: O Século da Praça

Autor: Margarida Freire Moleiro

Data: 2010

Coleção: História e Património n.º 3

Número de páginas: 120

Formato: 25x21 cm (ao baixo)

Encadernação: capa mole

Preço: 10€

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Palavras-chave: Torres Novas, século XX, Praça 5 de Outubro

 

Um livro inteiramente dedicado à “nossa Praça”: do terreiro medieval à Praça dos Paços do Concelho; da Praça D. Manuel II à viragem para os tempos da república.   

O Século da Praça percorre os acontecimentos mais marcantes decorridos entre 1909 e 2009 na praça que é hoje designada como sendo do 5 de Outubro: a inauguração, a implantação da república, as recepções às mais altas individualidades de Estado, as manifestações religiosas e políticas, as primeiras festas da cidade…

 

Uma vasta selecção iconográfica, que compõe o capítulo «Imagens da Praça», ilustra e documenta a passagem do tempo e a Praça nas suas vertentes económica, política e social, do final do século XIX ao final da primeira década do século XXI. As imagens publicadas provêm, na sua maioria, da fototeca do Arquivo Histórico Municipal de Torres Novas, sendo outras propriedade do Museu Municipal Carlos Reis, do Museu Agrícola de Riachos e, outras ainda, dos espólios pessoais de Joaquim Rodrigues Bicho e João Carlos Lopes.

 

Título: O Século da Praça Autor: Margarida Freire Moleiro Data: 2010 Colecção: História e Património n.º 3 Número de páginas: 120 Formato: 25x21 cm (ao baixo) Encadernação: capa mole Preço: 10 Palavras-chave: Torres Novas, século XX, Praça 5 de Outubro

 

Foral DManuel I-500anosTítulo: Foral de D. Manuel I – 1510 – Torres Novas

Transcrição paleográfica: Maria Elvira Marques Teixeira

Fotografia, capa e grafismo: Sofia Ferreira (GCI – CMTN)

Coordenação Editorial: Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial (CMTN)

Data: 2010

Formato: 20,5cm (larg.) x 30cm (alt.)

N.º páginas: 114

Encadernação: capa dura, forrada a tecido

Preço: 20€

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Palavra-chave: Foral, D. Manuel I, século XVI, 1510

 

Contém a transcrição paleográfica do diploma. O foral novo de Torres Novas, datado de 1 de Maio de 1510, insere-se processo de reformas do sistema jurídico-administrativo de D. Manuel I (1495-1521) que visava a criação de novos instrumentos governativos uniformizadores. Os forais eram feitos em três cópias autênticas sendo uma para a Câmara, outra para o senhorio da vila e uma outra para os arquivos da Torre do Tombo. O foral novo de Torres Novas que aqui se edita é a cópia autêntica da Câmara Municipal. É um documento decorado com iluminuras, com encadernação em couro e ferragens, características que o colocam na categoria principal dos forais emanados entre 1500 e 1520, referentes às várias províncias portuguesas.

 

A antiguidade deste diploma e a sua importância na regulamentação da vida quotidiana da vila durante séculos conferem-lhe o estatuto de documento-monumento, símbolo da história de Torres Novas. Pelo seu valor patrimonial, o foral manuelino de Torres Novas faz parte do espólio do Museu Municipal Carlos Reis (Torres Novas).

 

TN-na-PRIMEIRA-REPuBLICATítulo: Torres Novas na Primeira República
Autor: António Mário Lopes dos Santos
Data:
1ª edição, coleção Temas Torrejanos, 1992 (esgotada)
2ª edição, 2010
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 320
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole
Preço: 10€

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Palavras-chave: História, primeira República, Torres Novas, século XX, imprensa.

 

Este livro reúne vários trabalhos publicados em O Almonda, entre 1982 e 1987, em série intitulada “Subsídios para a História da primeira República no Concelho de Torres Novas”. Torres Novas na Primeira República faz uma abordagem global e globalizante de um capítulo específico da história local torrejana. Através da consulta da imprensa da época e do acervo documental produzido pela administração local, António Mário traça a história do quotidiano do concelho, integrando-a no contexto histórico da vida da nação durante este período conturbado.

Iluminacao-publica-na-vila-Torres-NovasTítulo: A iluminação pública e a electricidade na vila de Torres Novas. Subsídios e documentos. 
Autor: José Ribeiro Sineiro Data: 2010
Coleção: História e Património 2
Formato: 17cm (larg.) x 24cm (alt.)
N.º páginas: 208
Encadernação: capa mole
Preço: 5€

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Palavra-chave: Central hidroeléctrica; José Manuel Ferreira; Empresa Industrial de Electricidade do Almonda; iluminação

 

«A implantação da iluminação pública em Torres Novas foi, como terá sido noutras vilas e cidades do país, um processo moroso e marcado negativamente por burocracias e imobilismos, quando não pelo emaranhado de interesses antagónicos, quer locais, quer exteriores.» No caso de Torres Novas ressalta ao papel desempenhado pela família Ferreira, oriunda de Famalicão: António Manuel Ferreira e depois o seu sobrinho José Manuel Ferreira.  José Manuel Ferreira marcou o desenvolvimento comercial e industrial de Torres Novas nas primeiras décadas do século XX, principalmente o processo da rede pública de iluminação elétrica da vila, que para ele constituiria um projeto de vida.

 

José Ribeiro Sineiro resgatou espólios particulares e documentação pública diversa e traz a lume os episódios marcantes da história da iluminação pública em Torres Novas.

 

livromovimentooperario2Título: Para a história do movimento operário em Torres Novas - Durante a Monarquia e a I República (1862-1926)
Autor: Francisco Canais Rocha
Data: 2009
Formato: 16x23cm
N.º páginas: 224
Encadernação: capa mole com badanas
Preço: 10€

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Palavra-chave: industrialização, proletariado, associações de classe

 

“Para a história do movimento operário em Torres Novas - Durante a Monarquia e a I República (1862-1926)” é o mais recente trabalho do torrejano Francisco Canais Rocha, autor de obras como “Sindicatos: tarefas de Ontem e de Hoje”, “O movimento operário em Portugal, Trabalhadores Rurais do Alentejo”, entre outras, no âmbito da história contemporânea de Portugal.    Torres Novas de vila agrícola a vila industrial, o processo de industrialização, o movimento social (o associativismo, as condições de trabalho do proletariado, as associações de classe), as primeiras greves, os movimentos operários da Primeira República, as manifestações, as prisões, as lutas dos trabalhadores e a festa do 1.º de Maio, é este o percurso da história do movimento operário na vila de Torres Novas, entre 1862-1926, descrito ao longo das 220 páginas de memórias e história: os tempos em que “fervilhavam diariamente centenas de operários da Casa Nery, dos Claras, do Victor Réquio ou da Fábrica de Tecidos.”

 

“Para a história do movimento operário de Torres Novas” foi lançado publicamente no dia 1 de maio de 2009, comemorando-se assim o Dia do Trabalhador.

 

BibliotecaMunicipalGustavoP2Título: Biblioteca Municipal de Torres Novas (1937-2008)
Data: 2008
Formato: 22 x 24
N.º páginas: 62
Encadernação: Capa mole, agrafada

Esgotado - disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavras-chave: Biblioteca Municipal, Gustavo Pinto Lopes, século XX/XXI

 

História da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes das origens à mudança para as instalações no largo da Fontinha, no ano 2008. Contém uma biografia do fundador da Biblioteca, Gustavo Pinto Lopes, e de todos os diretores da BMTN. Inclui ainda uma lista dos funcionários da biblioteca desde 1937.

 

MorteVividaEconomiaSalvacaoTorresNovas 2Título: Morte Vivida e Economia da Salvação em Torres Novas (1670-1790)
Autor: Ricardo Varela Raimundo
Data: 2007
N.º de páginas: 432
Encadernação: capa mole com badanas
Preço: 10€

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Palavras-chave: século XVII, século XVIII, morte, economia, salvação, Torres Novas, testamentos.

 

Em Morte Vivida e Economia da Salvação em Torres Novas (1670-1790) Ricardo Varela Raimundo, partindo da leitura de um corpus documental constituído por testamentos e alguns manuais de espiritualidade, aborda a forma como os habitantes de Torres Novas e seu termo, nos séculos XVII e XVIII, encaravam a derradeira etapa da sua vida terrena e o início de uma nova fase, que cada uma imaginava à sua própria maneira.

 

Neste trabalho, que resulta da sua dissertação de Mestrado, o autor estuda exaustiva e profundamente a forma como a morte é encarada e vivida e descreve, em detalhe, os recursos de que o Homem Moderno dispunha para alcançar a redenção numa autêntica economia semi-terrena e semi-espiritual.

 

Argea-historia-e-patrimonioTítulo: Árgea, história e património
Autor: Maria Helena Maia, Maria Manuela Poitout, Luís Batista
Data: 2005
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 382
Formato: 17x24
Encadernação: Capa mole

Edição: 1ª
Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Árgea, história, património, etnografia, religiosidade popular, festas, tradição

 

Três autores, Maria Helena Maia, Manuela Poitout e Luís Baptista, juntaram-se e uniram esforços para construir esta monografia dedicada a Árgea, reunindo os diversos aspetos da sua história, numa sequência organizada e desenvolvida. As gentes, a história, o património, as tradições religiosas e populares e as tradições orais desta aldeia são os temas centrais desta obra a que os seus autores se dedicaram, com o auxílio da população argense, pelo simples gosto à terra.

 

SoudosTítulo:  Soudos – memórias do passado, depoimentos do presente
Autor: Vítor Manuel Lucas Rosa
Data: 2003
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 206
Formato: 15x21
Encadernação: Capa mole com badanas

Edição: 1ª
Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Património, tradições, etnografia, fotografia, Soudos

 

Vítor Lucas Rosa apresenta uma recolha do património, das tradições, da gastronomia e de muitos outros temas que conferem identidade própria a Soudos. Esta obra percorre temas tão diversos desde as origens históricas da terra, a vida religiosa, a toponímia, os equipamentos sociais, a fauna e a flora, a cultura e o desporto, contribuindo, assim, de forma significativa, para o conhecimento desta aldeia do concelho de Torres Novas. No final da obra um apêndice fotográfico recorda velhos tempos, conservando na memória gentes e momentos relevantes para a terra.

Igreja-da-MisericordiaTítulo: A Igreja da Misericórdia de Torres Novas – um estudo monográfico (1572-1700)
Autor: Paulo Renato Ermitão Gregório
Data: 2003
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 182
Formato: 19x27
Encadernação: Capa mole com badanas

Edição: 1ª
Preço: 15€

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Palavra-chave: Misericórdia, História, Torres Novas, arquitetura

 

Esta monografia de Paulo Renato Gregório resulta da sua dissertação de Mestrado em História da Arte, aduzida à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em Dezembro de 2002. Paulo Renato aborda o papel da Misericórdia no seio da vida torrejana e propõe-nos uma análise arquitetónica e um percurso pela primeira decoração (1639-45), pela grande campanha decorativa de 1668 a 1701 e as modificações posteriores. Os apensos documental e fotográfico valorizam esta obra: trata-se de cerca de 52 páginas de documentação proveniente do Livro das Visitações e dos Livros de Despesa e Receita da Misericórdia, bem como fotografias e plantas da igreja. No final, o autor apresenta-nos, ainda, um cronograma, a bibliografia e fontes consultadas.

patrimonio-artistico-edicao-2revista-e-aumentadaTítulo: Património Artístico do Concelho de Torres Novas
Autor: Joaquim Rodrigues Bicho
Data: 2002
Observações: Fotografia: Júlio Alves dos Reis
Número de páginas: 240
Formato: 22x31
Encadernação: Capa dura com sobrecapa

Edição: 2ª
Preço: 20€

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Palavra-chave: Património arquitetónico, património artístico, pintura, escultura, azulejaria, Torres Novas

 

Joaquim Rodrigues Bicho é um dos autores torrejanos que mais tem escrito sobre a sua terra. Tem dedicado os seus estudos a temas como a etnografia, a toponímia, a história local, o património artístico e a religiosidade popular, sempre com o intuito maior de preservar na memória dos torrejanos a sua história e costumes. Nesta obra, Joaquim Bicho dá a conhecer o património artístico do concelho, sem qualquer pretensão de avaliação artística, mas com a finalidade de despertar interesse sobre estas questões

 

Confrarias-medievaisTítulo: Confrarias Medievais da Região de Torres Novas – os bens e os compromissos
Data: 2001
Observações: Transcrição paleográfica: Leonor Damas Lopes
Introdução: Margarida Teodora Trindade
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 564
Formato: 15x21
Encadernação: Capa mole com badanas

Edição: 1ª
Preço: 7,5€

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Palavra-chave: Confrarias, Idade Média, compromissos, Torres Novas, Igreja, toponímia, antroponímia, História, século XVI 

 

Confrarias Medievais da Região de Torres Novas trata-se da transcrição do Tombo das Capelas de Torres Novas, de 1502. Este documento faz parte do conjunto de fontes mais importantes para a historiografia de Torres Novas. O Tombo das Capelas regista os compromissos e bens das confrarias medievais do antigo termo torrejano, o património da gafaria, do próprio concelho e de capelas particulares. Deste modo, este legado proporciona fontes de informação que contribuem para uma reconstituição da vila quinhentista quanto à definição do espaço urbano, confrontações territoriais, toponímia, antroponímia, profissões, famílias, etc.

 

TorresNovasMemoriasDaHistoriaRoteiroTítulo:  Torres Novas – Memórias da História – Roteiro
Autor: João Carlos Lopes, Luisa Martins e Margarida Teodora
Data: 2000
Observações: Fotografia: José A. Borralho
Número de páginas: 54
Formato: 17x25
Encadernação: Capa mole, cosido a arame
Preço: 2,5€
Edição: 1ª

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Palavra-chave: Roteiro, zona histórica, edifícios históricos, Torres Novas, igrejas, ruas.

 

À passagem do 810º aniversário da fundação do concelho, a Câmara Municipal de Torres Novas edita este roteiro. Percorrendo os caminhos mais antigos, os edifícios e zonas de maior interesse histórico, o roteiro de Torres Novas vai-nos dando a conhecer, através de pequenos textos, a história de cada edifício, igreja ou rua. Os textos constantes neste roteiro encontram-se sintetizados em pequenas placas nos locais a que se referem.

 

TorresNovasseutermoTítulo: Torres Novas e o seu termo no meio do século XVIII. As memórias paroquiais.

Autor: João Carlos Lopes

Coordenação editorial: do autor

Grafismo: do autor Edição: 1ª Edição – Âmago da Questão/ 2ª Edição – Câmara Municipal de Torres Novas

Data: 1999

Número de páginas: 296

Formato: 20 x 13 cm

Encadernação: capa mole com badanas

Preço: 10€

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Palavras-chave: Torres Novas, século XVIII

Torres Novas e o seu termo no meio do século XVIII. As memórias paroquiais. é um retrato sintético do concelho de Torres Novas no meio do século XVIII. Com base nas memórias paroquiais é possível caracterizar o município de Torres Novas em 1758: a geografia, o quadro administrativo, a demografia, o quadro económico-social e a organização eclesiástica.

 

Confraria Medieval de AlcorochelTítulo: A confraria medieval de Alcorochel (O compromisso e o tombo dos seus bens)
Autor: Marco Manuel Pires
Data: 1999
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 128
Formato: 15x21
Encadernação: Capa mole com badanas
Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes
Edição: 1ª

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Palavra-chave: Século XII, século XIII,  século XIV, século XV, confrarias, instituições assistenciais, idade média, Alcorochel

 

Houve no nosso país, nos séculos XII a XV, uma série de instituições de irmandades e confrarias  destinadas à prática de obras piedosas, que mantinham à sua custa albergarias, hospícios, enfermarias, gafarias, etc.  A documentação relativa a estas instituições de cariz assistencial oferece um manancial de informação muito relevante para o conhecimento da sociedade medieval portuguesa nos domínios da toponímia, antroponímia, antropologia, das práticas e representações culturais e para perceber a organização das pequenas comunidades rurais. Marco Pires transcreve e comenta o tombo da confraria de Alcorochel, uma das mais antigas de Torres Novas (1212). O documento original encontra-se em fac-símile no final da obra. (O tombo da confraria de Alcorochel faz parte do Tombo das Capelas de Torres Novas - Núcleo Antigo n.º 275 do Arquivo Nacional da Torre do Tombo).

Mosaico-torrejanoTítulo:  Mosaico torrejano. Miscelânea de retalhos do passado e do presente de Torres Novas para memoração no futuro

Autor: Artur Gonçalves

Data: 1999

Observações: (1ª edição 1936 - Câmara Municipal de Torres Novas; 2ª edição 1985 – Jornal O  Almonda)

Número de páginas: 524

Formato: 16x23

Encadernação: Capa mole

Preço: 10€

Edição: 3ª

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Palavra-chave: Torres Novas, História, freguesias, feiras, mercados, cemitérios, milícia municipal, pelourinho, arraial, Escola Prática de Cavalaria, titulares de Torres Novas, vivtas régias, jornalismo, toponímia, Almonda, portos, pontes, Açude Real, conventos, Convento do Espírito Santo, Convento de S. Gregório Magno, Convento de Nossa Senhora do Egipto, Convento de Santo António, Enfermaria de Nossa Senhora da Assunção, Igreja do Salvador, Igreja de Santa Maria, Igreja de Santiago, Igreja de S. Pedro, Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Igreja da Misericórdia, Igreja de Santo António, Capela de Nossa Senhora dos Anjos, Ermida de Nossa Senhora do Vale, Capela de Nossa, capelas, ermidas, igrejas extintas, capelas extintas, roteiro,  século XVIII, século XIX, século XX

 

Artur Gonçalves, não sendo torrejano, viveu cerca de 24 anos em Torres Novas, dedicando-se a uma vasta recolha em bibliotecas e arquivos sobre a História de Torres Novas. Até aos dias de hoje, podemos considerá-lo como o maior investigador da História torrejana, sobretudo se tivermos em conta o volume das suas obras e o pouco tempo em que foram redigidas. Hoje as obras de Artur Gonçalves constituem-se, ainda, como referência para o estudo da história local torrejana: desde os tempos mais remotos até aos inícios do século XX, Artur Gonçalves delineou o percurso da vila e registou os torrejanos mais ilustres. Este Mosaico resulta da compilação de estudos dispersos e desconexos, complementando assim o seu trabalho Torres Novas, subsídios para a sua História. Artur Gonçalves deixa-nos, então, uma panorâmica sobre temas tão diversos como as feiras e mercados de Torres Novas, a milícia municipal, o pelourinho, as freguesias do concelho, a escola prática de cavalaria, o rio Almonda, os conventos e as igrejas, o jornalismo, as visitas régias, entre outros. Por fim, o autor sugere um breve roteiro pela “vila”. (As edições mais recentes acrescentam em relação à primeira uma adenda chamando a atenção e corrigindo algumas imprecisões que o texto tinha.)

A Fábrica GrandeTítulo: A Fábrica Grande
Autor: Joaquim Rodrigues Bicho
Data: 1997
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 222
Formato: 15x20,5
Encadernação: Capa mole com badanas
Preço: 5€
Edição: 1ª

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Palavra-chave: Companhia nacional de Fiação e Tecidos, século XIX, século XX, 1845, património, Torres Novas, intervenção social.

 

Joaquim Rodrigues Bicho reconstrói a história da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas, desde 1845 à década de 80 do século XX, numa análise extensiva do seu património imobiliário, etapas de desenvolvimento, aspetos da produção, comercialização, prémios, intervenção social e homens que impulsionaram a sua expansão.

O-municipio-de-torres-novas-entre-a-vitoria-do-liberalismo-e-a-regeneracaoTítulo:  O município de Torres Novas entre a vitória do Liberalismo e a Regeneração
Autor: António Mário Lopes dos Santos
Data: 1996
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 190
Formato: 15x21
Encadernação: Capa mole com badanas
Preço: 7,5€
Edição: 1ª

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Palavra-chave: Liberalismo, Torres Novas, 1834-1851, século XIX, administração pública, política, história

 

No momento da vitória definitiva do liberalismo, o município de Torres Novas não tinha posses para fazer face aos encargos com o salário do secretário da Câmara e muito menos para obras. A asfixia financeira era tal que a Câmara vira-se obrigada a pedir aos lavradores e cingeleiros carradas de pedra para o arranjo das estradas. É este quadro que a obra de António Mário Lopes dos Santos regista, a partir da análise sistemática da administração da autarquia torrejana entre 1834 e 1851. O autor passa em revista assuntos como os domínios da administração pública, da política partidária local, da economia, da situação militar e judicial do concelho entre outros, fazendo uma observação atenta dos quinze executivos municipais que preencheram quase vinte anos da história oitocentista torrejana.

 

Torres-Novas-nos-finais-do-seculo-XIXTítulo: Torres Novas nos finais do séc. XIX. Subsídios históricos
Autor: António Mário Lopes dos Santos
Data: 1994
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 144
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole
Preço: 7,5€
Edição: 1.ª

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Palavras-chave: Século XIX, imprensa regional, Torres Novas, ensino, jornalismo.

 

Através desta obra somos levados a fazer um percurso pela vida política e cultural torrejana, no século XIX. A instrução pública, o matadouro, os edifícios públicos, a população, o teatro e o jornalismo são alguns dos temas abordados. O capítulo dedicado à questão do jornalismo foca o impulso da imprensa regional no concelho, conduzindo a um estudo mais abrangente de caracterização do concelho pela sua imprensa.

 

Toponimia-da-cidade-de-Torres-NovasTítulo: Toponímia da Cidade de Torres Novas

Autor: Joaquim Rodrigues Bicho

Número de páginas: 238

Formato: 21x30

Encadernação: mole com badanas

Preço: 10€

Edição: 1ª

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Palavra-chave: Roteiro, Torres Novas, ruas, avenidas, largos, travessas, bairros, mapas, topónimos, história, biografia, personalidades

 

No roteiro toponímico de Torres Novas, pode o leitor encontrar notas sobre a localização de cada arruamento (bairro, confrontações) e a data da reunião de câmara em que o topónimo foi deliberado. Para cada topónimo dá-se a conhecer o seu historial, eventuais topónimos anteriores e as biografias das personalidades que lhes dão nome, quando for caso disso. Nalguns, são ainda mencionados factos relevantes da memória de cada rua, largo, avenida, etc.

 

 

Torrejanos-IlustresTítulo:  Torrejanos Ilustres em letras, ciências, armas, religião, etc.
Autor: Artur Gonçalves
Data: 1993
Observações: (1ª edição 1934 Câmara Municipal de Torres Novas)
Número de páginas: 570
Formato: 16x23
Encadernação: Capa mole

Edição: 2ª (Jornal O Almonda)
Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Torres Novas, torrejanos, personalidades, alcaides, poetas, cientistas, médicos, biografias, século XII, século III, século XIV, século XV, século XVI, século XVII, século XVIII, século XIX, século XX.

 

Artur Gonçalves, não sendo torrejano, viveu cerca de 24 anos em Torres Novas, dedicando-se a uma vasta recolha em bibliotecas e arquivos sobre a História de Torres Novas. Até aos dias de hoje, podemos considerá-lo como o maior investigador da História torrejana, sobretudo se tivermos em conta o volume das suas obras e o pouco tempo em que foram redigidas. Hoje as obras de Artur Gonçalves constituem-se, ainda, como referência para o estudo da história local torrejana: desde os tempos mais remotos até aos inícios do século XX, Artur Gonçalves delineou o percurso da vila e registou os torrejanos mais ilustres. Torrejanos Ilustres constitui-se, segundo Artur Gonçalves, como consagração póstuma dos torrejanos que mais se destacaram nos vários domínios, das letras às armas (alcaides, poetas, cientistas, médicos, entre outros), até à década de 1930. A reedição do jornal O Almonda acrescenta à primeira edição as biografias de outros torrejanos que Artur Gonçalves havia publicado numa obra editada ulteriormente (1937).

 

VisitasParoquiaisNaRegiaoDeTorresNovasTítulo: Visitas paroquiais na região de Torres Novas (séc. XVII-XVIII)
Autor: Isaías da Rosa Pereira
Data: 1992
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 88
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole
Edição: 1.ª

Esgotado – disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavras-chave: Inquisição, irmandades, visitações, história, Igreja, Torres Novas, séculos XII, século XVIII

 

As visitas paroquiais constituem documentos históricos de valor inestimável. Através destes documentos são-nos dados a conhecer os pecados e vícios que eventualmente existissem nas paróquias para serem denunciados ao visitador bem como os nomes dos visitadores, os seus cargos e irmandades. Além destas informações, muitas outros elementos de relevo para a história das paróquias se podem recolher: estatísticas populacionais, remunerações, cultura e distribuição dos párocos, existência de casas religiosas, estado dos templos, entre outras. Esta edição contempla dois estudos anteriormente publicados, o «Livro dos Capítulos da Vesita da Igreja de São Tiago da Villa de Torres Novas que começa no anno de (1)677» pela revista Lumen (em 1964) e «As visitas paroquiais como fonte histórica»  pela Revista da Faculdade de Letras de Lisboa (em 1973).

 

TorresNovas numacartade Sa-de-MirandaTítulo: Torres Novas numa carta de Sá de Miranda
Autor: Augusto Moita de Deus
Data: 1991
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 34
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole, cosido a arame

Edição: 1.ª
Preço: 1,5€

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Palavras-chave: Sá de Miranda, Torres Novas, séculos XV, século XVI, Manuel Machado de Azevedo, Martim Moniz, conquista de Torres Novas, século XII.

 

Vários autores têm atribuído ao príncipe D. Afonso, mais tarde segundo do nome, a conquista definitiva de Torres Novas. Moita de Deus recusa tal hipótese, já que o herdeiro de D. Sancho I não teria mais de cinco anos. Mas admite que a reconquista tenha sido feita por Martim Moniz. É através da carta escrita por Sá de Miranda a seu cunhado Manuel Machado de Azevedo, descendente de Martim Moniz, que o autor chega a esta conclusão. A carta do poeta responde a uma solicitação do cunhado, que pretendia ver defendido o seu brasão de nove torres que elevava a sua ascendência a Martim Moniz.

 

TorresNovas numacartade Sa-de-MirandaTítulo: Torres Novas numa carta de Sá de Miranda
Autor: Augusto Moita de Deus
Data: 1991
Coleção: Temas Torrejanos
Número de páginas: 34
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole, cosido a arame

Edição: 1.ª
Preço: 1,5€

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Palavras-chave: Sá de Miranda, Torres Novas, séculos XV, século XVI, Manuel Machado de Azevedo, Martim Moniz, conquista de Torres Novas, século XII.

 

Vários autores têm atribuído ao príncipe D. Afonso, mais tarde segundo do nome, a conquista definitiva de Torres Novas. Moita de Deus recusa tal hipótese, já que o herdeiro de D. Sancho I não teria mais de cinco anos. Mas admite que a reconquista tenha sido feita por Martim Moniz. É através da carta escrita por Sá de Miranda a seu cunhado Manuel Machado de Azevedo, descendente de Martim Moniz, que o autor chega a esta conclusão. A carta do poeta responde a uma solicitação do cunhado, que pretendia ver defendido o seu brasão de nove torres que elevava a sua ascendência a Martim Moniz.

 

Memorias-de-Torres-NovasTítulo:  Memórias de Torres Novas. Novos subsídios para a sua história
Autor: Artur Gonçalves
Data: 1990
Observações: (1ª edição 1937 - Câmara Municipal de Torres Novas)
Número de páginas: 366
Formato: 16x23
Encadernação: Capa mole

Edição: 2ª (Jornal O Almonda)
Esgotado - disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Torres Novas, alcaides, caminho-de-ferro, lenda, funcionalismo, orfeão, serra d’aire, touradas, História, curiosidades, correio, edifícios municipais, Lapas, Montepio de Nossa Senhora da Nazaré, Monumento aos mortos da Grande Guerra, Rossio do Carmo, Procissão dos Passos, quintas, Cortes, abastecimentos de água, fontes, absolutismo, constitucionalismo, escolas, ensino, colégios, século XIX, século XX.

 

Artur Gonçalves, não sendo torrejano, viveu cerca de 24 anos em Torres Novas, dedicando-se a uma vasta recolha em bibliotecas e arquivos sobre a História de Torres Novas. Até aos dias de hoje, podemos considerá-lo como o maior investigador da História torrejana, sobretudo se tivermos em conta o volume das suas obras e o pouco tempo em que foram redigidas. Hoje as obras de Artur Gonçalves constituem-se, ainda, como referência para o estudo da história local torrejana: desde os tempos mais remotos até aos inícios do século XX, Artur Gonçalves delineou o percurso da vila e registou os torrejanos mais ilustres. Memórias de Torres Novas aborda diversos temas da história da “vila”: as águas de Torres Novas, alcaides-mores, o caminho-de-ferro de Alcanena, o funcionalismo torrejano, a lenda de Torres Novas, o orfeão torrejano, a serra de Aire, as touradas na “vila” entre outros temas que se desenvolvem entre a curiosidade e o interesse histórico.

 

Foral de Torres NovasTítulo: Foral de Torres Novas de 1190

Autor: Comissão das Comemorações do VIII Centenário do Foral de Torres Novas

Data: 1990

Número de páginas: 88

Formato: 22x31

Encadernação: Capa mole

Edição: 1ª

Preço: 10€

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Palavra-chave: Torres Novas, Foral, D. Sancho I, 1190, cópia do Foral, D. Afonso II, século XII, século III, Foros, costumes, século XIV.

 

Muito provavelmente, o documento original saído da Chancelaria de D. Sancho I referente à Carta de Foral de Torres Novas, ter-se-á perdido em consequência de estragos causados pelo terramoto de 1755 no edifício onde estava instalado o Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Faltando o texto original temos, porém, a possibilidade de o rever numa cópia transcrita nos Registos de D. Afonso II, que constitui seguramente a transcrição fiel do documento outorgado por D. Sancho I, em Outubro de 1190. Optou-se, então, por se publicar o Foral antigo de Torres Novas da Chancelaria de D. Afonso II, por ser o documento mais antigo existente respeitante à Carta de Foral de Torres Novas (1190), o apógrafo do século XIII e os Foros de Torres Novas, que incluem os costumes em versão vernácula dos finais do século XIII, princípios do século XIV. Os documentos são precedidos de uma breve apresentação para uma melhor compreensão dos mesmos, e de outros, relativos à Carta de Foral de Torres Novas de 1190.

 

Patrimonio-artistico-1edicaoTítulo: Património Artístico do Concelho de Torres Novas
Autor: Joaquim Rodrigues Bicho
Data: 1987
Observações: Fotografia: Júlio Alves dos Reis
Número de páginas: 164
Formato: 15x21
Encadernação: capa mole
Edição: 1ª

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Palavra-chave: Património arquitetónico, património artístico, pintura, escultura, azulejaria, Torres Novas

 

Joaquim Bicho faz um périplo pelas freguesias do concelho inventariando o património encontrado, com o simples intuito de preservar a memória do património arquitetónico e artístico (pintura, escultura, azulejaria, alfaias religiosas, etc.) torrejano.

 

 

A Revolta de Torres NovasTítulo: A Revolta de Torres Novas (Apontamentos para a sua história)
Autor: Manuel Simões Pinho
Data: 1986
Observações: Edição fac-similada
Número de páginas: 312
Formato: 16x23,5
Encadernação: Capa mole

Edição: 2ª
Preço: 1,5€

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Palavra-chave: Revolta de Torres Novas, Costa Cabral, século XIX, liberalismo

 

A partir de um conjunto de elementos que se achavam dispersos em várias obras, jornais e arquivos, Manuel S. Pinho escreve os seus apontamentos sobre a Revolta de Torres Novas de 1844 contra o governo de Costa Cabral. Segundo o autor, este é um modesto trabalho fruto de paciência e não de erudição.

 

Este livro é uma edição fac-similada dos originais publicados em 1927 no jornal O Almonda.

 

Anais-torrejanosTítulo: Anais Torrejanos
Autor: Artur Gonçalves
Data: 1986
Observações: (1.ª edição 1939 - Câmara Municipal de Torres Novas)
Número de páginas: 230
Formato: 16x23
Encadernação: Capa mole

Edição: 2ª (edição do jornal O Almonda)
Esgotado - disponível para consulta na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes

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Palavra-chave: Torres Novas, efemérides, anais, 1215-1938, século XIII, século XIV, século XV, século XVI, século XVII, século XVIII, século XIX, século XX, D. Manuel da Conceição, arcebispo de Évora

 

Artur Gonçalves, não sendo torrejano, viveu cerca de 24 anos em Torres Novas, dedicando-se a uma vasta recolha em bibliotecas e arquivos sobre a História de Torres Novas. Até aos dias de hoje, podemos considerá-lo como o maior investigador da História torrejana, sobretudo se tivermos em conta o volume das suas obras e o pouco tempo em que foram redigidas. Hoje as obras de Artur Gonçalves constituem-se, ainda, como referência para o estudo da história local torrejana: desde os tempos mais remotos até aos inícios do século XX, Artur Gonçalves delineou o percurso da vila e registou os torrejanos mais ilustres. Artur Gonçalves passa em revista os acontecimentos mais marcantes ocorridos entre os anos de 1215 e 1938. A coordenação dos anais foi feita obedecendo aos períodos dos diversos reinados com o intuito de delimitar mais facilmente as épocas.

Em apêndice, Artur Gonçalves deixa a biografia do torrejano D. Manuel da Conceição Santos, arcebispo de Évora.

 

(A 2ª edição acrescenta, em relação à primeira, uma adenda chamando a atenção e corrigindo algumas imprecisões que o texto tinha, um artigo do jornal O Almonda sobre Artur Gonçalves e alguma bibliografia do autor.)

 

Tributo-a-Artur-GonçalvesTítulo: Tributo (a Artur Gonçalves)
Autor: Faustino Bretes
Data: 1981
Número de páginas: 22
Formato: 15x21
Encadernação: cosido a arame

Edição: 1.ª
Preço: 1,5€

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Palavras-chave: Artur Gonçalves, século XX, 1980,discursos

 

Discurso de memória a Artur Gonçalves, proferido por Faustino Bretes por ocasião da inauguração oficial da loisa que cobre a sepultura de Artur Gonçalves, a 11 de Agosto de 1980.

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