Munícipe

Rotas naturais

 

Rota Bom Amor

 

Percurso circular com início e final nas proximidades de Torres Novas na Fonte do Bom Amor. Desenvolve-se por caminhos rurais, atravessando zonas agrícolas (vinha e olival) e floresta de eucalipto com manchas de pinheiro).

Interesse paisagístico e patrimonial com destaque para as panorâmicas da Serra D’Aire e Quinta da Torre de Santo António, percurso de um pequeno troço de estrada romana e visita à Quinta da Rainha.

 

Tipo de Piso: Estradas alcatroadas, Estradões e Caminhos de Terra Batida.

 

Local de início  Fonte do Bom Amor
Local de chegada  Fonte do Bom Amor
Dificuldade geral  Média
Meio Progressão  Pedestre
Outras Prossibilidades de progressão  BTT, Cavalo, ...

 

Principais Locais de Interesse

  • Estrada Romana (km 1,3);
  • Quinta da Torre Santo António – vista - (km 1,5);
  • Gateiras de Santo António – Café (km 2,8);
  • Quinta da Rainha - Produtos Regionais: azeite, queijo, vinhos, doces, … (km 4,3).

 

Distância: 8,3 km | Tempo do percurso: 2 a 3 horas | Download

 

Bom Amor

 

CIGA Vale da Serra

 

Percurso circular com início e final no Centro de Interpretação da Gruta do Almonda (C.I.G.A) situado a meio caminho entre o Casal João Dias e o Casal do Raposo (Vale da Serra). Desenvolve-se na sua quase totalidade por caminhos e pequenos trilhos dominados por uma paisagem de pedra e vegetação, característica do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros onde se insere. Interesse paisagístico com destaque para os detalhes geomorfológicos e espécies vegetais observados ao longo do percurso. Principal atenção às nascentes e gruta do Rio Almonda situadas sensivelmente a meio do percurso

 

Tipo de Piso: Caminhos e trilhos de piso irregular (pedregoso)

 

Local de início  C.I.G.A
Local de chegada  C.I.G.A
Dificuldade geral  Média / Elevada
Meio Progressão  Pedestre
Outras Prossibilidades de progressão  ----------

 

Principais Locais de Interesse

  • Centro de Interpretação da Gruta do Almonda (C.I.G.A) (km 0,0 e 5,7);
  • Vista panorâmica e descida em mau piso (km 1,2);
  • Nascente e Gruta do Almonda (km 2,7).

Distância: 5,7 km | Tempo do percurso: 1h30min a 3 horas | Download

 

CIGA

 

Rota Moinhos da Pena

 

Percurso circular com início e final nos Moinhos da Pena (Snack Bar dos Moinhos). Desenvolve-se por caminhos rurais e pequenos trilhos em zona de planalto.

O percurso apresenta um elevado interesse paisagístico e natural devido à zona em que se integra. As pegadas dos dinossáurios situadas nas proximidades, apresentam-se como o ponto complementar de interesse. Este percurso encontra-se homologado pela FCMP, fazendo parte da rede nacional de percursos pedestres de pequena rota. Por essa razão encontra-se concretizado no terreno com as marcas de pequena rota (cor vermelha e amarela)

 

Tipo de Piso:   Caminhos e trilhos de piso irregular com alguma pedra solta (calcária)

 

Local de início Snack Bar dos
Moinhos da Pena
Local de chegada Snack Bar dos
Moinhos da Pena
Dificuldade geral  Baixa
Meio Progressão  Pedestre
Outras Prossibilidades de progressão  BTT

 

Principais Locais de Interesse

  • Moinhos da Pena (km 0,2);
  • Capela do Senhor da Serra (km 2,7  e 3,7),
  • Pena D’Agua (km 6,0); Vista Panorâmica (km 6,4)

 

Distância: 8,5 km | Tempo do percurso: 2 a 3 horas | Download

 

Pena moinhos

 

Rota Vale Fojo

 

Percurso linear de ida e volta com início e final no Parque de Merendas do Casal João Dias (Vale da Serra). Desenvolve-se por caminhos e trilhos de montanha, constando da ascensão ao ponto mais alto do Concelho (Vértice Geodésico Aire) e posterior regresso pelo mesmo caminho. Todo o percurso decorre no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Apresenta um elevado interesse paisagístico e natural com destaque para as panorâmicas observadas no ponto mais alto e para as espécies vegetais características desta zona natural. Este percurso encontra-se em fase de homologação pela FCMP.

 

Tipo de Piso:    Caminhos e trilhos serranos. Piso irregular com muita pedra solta (calcária)

 

Local de início Parque de Merendas do Casal João Dias
Local de chegada Parque de Merendas do Casal João Dias
Dificuldade geral  Média / Elevada
Meio Progressão  Pedestre
Outras Prossibilidades de progressão  BTT

 

Principais Locais de Interesse   

  • Parque de Merendas do Casal João Dias (km 0,0 e 8,0);
  • Pedreira desactivada (pequeno desvio nos Km 1,4 e 6,6),
  • Chouso e Paisagem no cimo do Vale Fojo (km 3,0 e 6,0);
  • Vista Panorâmica (meio do percurso km 4,00)

 

Distância: 8 km | Tempo do percurso: 4 a 6 horas | Download

 

Fojo

 

Grutas do Almonda

PR1 - GRUTAS DO ALMONDA

 

CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PERCURSO
tipo de percurso: pedestre ou BTT, linear
extensão aproximada: 10 Km
duração aproximada: 5 h
ponto de partida: Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta do Almonda (CISGA)
ponto de chegada: Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire
tipo de piso: pequeno troço de estrada alcatroada, carreteiros e caminhos de pé posto
grau de dificuldade: baixo
enquadramento: Ao longo do bordo Nordeste da Serra de Aire na proximidade do Arrife.
principais acessos: Estrada Municipal entre Pedrógão e Vale da Serra
infraestruturas: Centro de Interpretação da Gruta do Almonda, Parques de Merendas, Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, Café (Casal do João Dias)

 

Grutas do Almonda

 

BREVE DESCRIÇÃO
Este percurso inicia-se no Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta do Almonda e termina no Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire.
O caminho alonga-se entre o arrife e a Serra de Aire. Alterna zonas florestadas com pinhal bravo ou eucaliptal e extensas zonas de matos. Na sua parte final atravessa campos agrícolas com olival. As vistas para a Serra ou para a lezíria, o corte vigoroso do arrife, as delicadas esculturas que formam os lapiás; são motivos diversificados que valorizam o trilho com atractivos inesperados.
A vegetação é diversificada especialmente ao nível dos matos e assim é fácil encontrar alecrim, roselha, tojo, aroeira, trovisco, carrasco... Os medronheiros e uma ou outra azinheira erguem-se por vezes acima desta diversidade de espécies ou crescem pelo meio dos pinhais. As oliveiras assumem às vezes um porte considerável mas frequentemente são apenas pequenos arbustos difíceis de distinguir dos zambujeiros. É curioso notar as árvores recentemente plantadas de tanchão ou pau seco, método que aproveita a facilidade da oliveira em enraizar.
Podem observar-se diversas espécies de animais. Das aves de rapina destacam-se as águias-de-asa-redonda, os peneireiros-de-dorso-malhado ou a águia-cobreira. O bufo-real nidifica pelas fragas. A perdiz-vermelha é frequente, especialmente nas zonas cultivadas. Dos passeriformes existe uma grande diversidade de espécies desde o corvo até à carriça, não esquecendo o cartaxo ou as toutinegras.
Entre os mamíferos destacam-se os coelhos, a geneta, a raposa ou até o gato-bravo. Entre os répteis o sardão, a cobra-de-escada ou a cobra-rateira.

 

ALGUNS PONTOS DE INTERESSE
Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta do Almonda
Edifício com uma ampla varanda panorâmica e infraestruturas que permitem o acolhimento. Perto deste centro existe uma cavidade onde é possível chegar ao leito subterrâneo do Almonda, rio que a algumas centenas de metros, na base do arrife, surge à superfície através duma exsurgência, culminar de extensas galerias que se estendem pelo interior da Serra por alguns quilómetros.

 

Antiga pedreira revitalizada por escuteiros
Antiga pedreira de brita abandonada há alguns anos, objecto de um projecto de revitalização. Trata-se de uma solução inovadora que pretende valorizar este local, utilizando o espaço criado artificialmente pela actividade extractiva visando a sua utilização para actividades escutistas.

 

Campo de lapiás
Termo utilizado para designar a superfície modelada com formas de carsificação - os lapiás. Os lapiás podem apresentar várias formas e dimensões, sendo que o termo "mega-lapiás" engloba formas variadas cuja característica comum reside nas suas dimensões superiores ao normal.

 

Arrife
O Arrife que se estende paralelo à Serra é uma imensa falha geológica que resultou da quebra de materiais pouco plásticos aquando da elevação do maciço calcário.
É uma fronteira vigorosa que acompanha todo o percurso e separa a Serra das terras baixas. Por vezes constituindo fragas com um desnível que chega aos 40 metros, é um óptimo local para nidificação de diversas espécies de aves como o bufo-real ou o corvo. Mesmo quando nos afastamos dos seus limites a sua presença continua a manifestar-se, por vezes cortando a distância que nos separa das suaves colinas lá em baixo com uma linha vigorosa e abrupta.

 

Olival
As oliveiras são árvores de formas bizarras. São "sagradas" e símbolo da nossa civilização mediterrânea. Aparecem alguns bravios zambujeiros e olivais que crescem, bem cuidados, pelo meio dos campos de cultivo, continuando a produzir o azeite e as azeitonas que acompanham muitos sabores. A lenha da oliveira arde com alegria e calor e, por isso mesmo, lamentavelmente, algumas oliveiras foram já reduzidas a moitas. Mas a estima por esta árvore milenar continua e é possível perceber como se plantaram novas oliveiras de pau seco, de tanchão, numa terra onde se mistura suor e amor.

 

Agricultura tradicional
Os mesmos gestos e o mesmo ritmo moldado pelas estações, pela temperatura e pela água. Um entendimento perfeito com esta terra vermelha, cheia de fresquidão. Já apareceu o tractor que vem destronar as juntas de bois e no entanto continua a ser a enxada a escrever nestes campos despedrados a história desta agricultura de subsistência. Gestos que passaram da pais para filhos, de avós para netos, numa sábia e diversificada utilização da terra.

 

Vistas
Vale a pena parar um pouco e olhar em volta. Tentar perceber por onde passa o trilho. Identificar primeiro a profundidade do céu e a última linha do horizonte no seu cinzento azulado e difuso. A margem de lá do Tejo e o branco casario da Chamusca. A Lezíria que parece pequena. As colinas que separam a planície da Serra. O corte vigoroso do arrife como um golpe profundo. A própria Serra na sua estranha imobilidade como um animal gigantesco adormecido.

 

Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire
Pistas de dinossáurios saurópodes que percorreram estas paragens muito antes de existir a Serra e que, para além de estarem bem conservadas, são as mais extensas que se conhecem. A par com este inestimável património paleontológico existem diversas estruturas de apoio aos visitantes e aos caminheiros. Pode adquirir material de divulgação do Monumento Natural e do próprio PNSAC ou assistir a um filme sobre a descoberta e o valor desta jazida de pegadas fósseis. Para além dos inúmeros visitantes que recebe anualmente, o Monumento Natural funciona também como polo dinamizador de diversas actividades, como por exemplo, campos de férias, ficando os participantes instalados no Centro de Animação Ambiental.

 

Download do Guia de Percursos Pedestres do PNSAC_ICNF

 

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