Munícipe

Azeit'Aire'2014 - III Festa do Azeite Novo em Vale da Serra, Pedrógão

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A abertura da III Festa do Azeite Novo foi abrilhantada pela banda da Sociedade Filarmónica União Pedroguense, que completou este ano 140 anos de vida.


A comitiva de autarcas, presidida pelo presidente da Câmara, Pedro Ferreira, visitou o recinto da feira, no pavilhão de Vale da Serra, por volta das 16:30 horas, do dia 6 de Dezembro, o primeiro dos três dias de festa, que ocorreu no fim-de-semana prolongado de 6 a 8 de dezembro.


Esta é uma iniciativa da Junta de Freguesia de Pedrógão com o apoio do município de Torres Novas que visa promover os produtos e a gastronomia locais.

 

Do programa deste ano, para além da animação constante e das habituais tasquinhas, fizeram parte a prova de azeites, concursos de doçaria, mostras e exposição de artesanato, entrega de prémios e até uma caminhada alusiva à "Rota dos Sabores da Serra d´Aire".

 

 

 

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Obras na estrada da Costa Brava concluídas esta semana

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Os trabalhos de requalificação da estrada da Costa Brava deverão ficar concluídos esta semana.
 
A Águas do Ribatejo efetuou a instalação, em grande parte da rua, de um coletor de esgotos para facilitar a lidação das habitações à rede de Riachos. Devido ao mau estado da via, o Município de Torres Novas entendeu efetuar uma intervenção global na estrada.
 
O trabalho, efetuado por administração direta do Município de Torres Novas, consistiu na construção de drenos, valetas e pavimentação total da via, numa extensão de cerca de 1800 metros.

Concluída estabilização da encosta da Vila Pinho

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O Município de Torres Novas concluiu recentemente os trabalhos de estabilização da encosta da Vila Pinho, na sequência da rotura do muro de suporte

A situação, que ocorreu devido à  forte pluviosidade registada nos últimos meses, colocava em risco bens humanos e materiais, bem como a circulação numa das principais vias de acesso à cidade, pelo que a intervenção foi desde logo iniciada.

De forma a estabilizar o talude e para que a plataforma existente junto às habitações não se deteriorasse, foram cravados dois planos de varolas de eucalipto e constituídos drenos para conter o arrastamento dos solos. Entre esses dois planos foi feito um reenchimento com parte dos solos arrastados e revestido com pedro, para maior fixação.

Lançado o n.º 26 da revista Nova Augusta

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No dia 30 de novembro, domingo, foi lançado o mais recente número da revista de cultura do Município de Torres Novas, a Nova Augusta. A sessão teve lugar no Museu Municipal Carlos Reis e contou com a participação da escola de música do Choral Phydellius, que garantiu alguns apontamentos musicais.

Ana Marques, técnica do Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial, destacou a «teimosia, coragem, empenho e espírito aventureiro» de Gustavo Pinto Lopes, fundador da biblioteca e museu municipais, que, juntamente com Artur Gonçalves, desempenhou um papel essencial na promoção de uma política de edições municipais e «inauguraram este caminho que nos conduziu até à Nova Augusta».

 

Ana Marques destacou ainda o trilho percorrido pela Nova Augusta que, nas suas primeiras edições, foi marcada por artigos mais ecléticos, sendo hoje uma edição de cariz quase científico, dividida em mais secções do campo do saber, como a história, história de arte ou arqueologia. Este é também um rumo que tem pautado as edições municipais, cada vez mais focadas em estudos locais e na especialização de outras áreas dentro das ciências sociais. Concluiu com um agradecimento a todos os autores que têm sido «cúmplices desta aventura» que se chama Nova Augusta.

 

Como habitualmente nos lançamentos da Nova Augusta, um dos colaboradores desta edição foi convidado a falar sobre esta edição. Esse papel coube a Marco Liberato que realçou: «Falar da Nova Augusta é indiscutivelmente descrever uma história de sucesso, vincado desde logo pela sua longevidade. (…) No seu conjunto, os números da NA são um verdadeiro repositório do conhecimento produzido no âmbito das ciências sociais relativamente a Torres Novas e aos concelhos limítrofes. Permite, assim, ao cidadão curioso conhecer um pouco mais da realidade que o envolve, numa perspetiva de fruição cultural, enquanto funciona também como auxiliar na formação das sucessivas gerações de estudantes locais que se vão formando em diversas áreas e que olham para a sua cidade de origem como tema de estudo».

 

Pedro Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, começou por agradecer aos técnicos municipais pelos desafios que lançam ao executivo e pela riqueza e entusiasmo criados em torno destas edições. «Sou um leitor assíduo da Nova Augusta e começo a sentir na pele a história do que vivi e que já merece estar nestas edições. Torres Novas tem uma riqueza invulgar ao nível do património que deve ser explorada e este é um tema que a NA muitas vezes aborda. Bem como temas e vivências sociais que se podiam perder para sempre e que alguém se lembrou de registar. Isso deve ser enaltecido. Por tudo isto, quero agradecer a todos os que têm contribuído para o sucesso da Nova Augusta e das edições municipais.

 

Na edição deste ano, Maria da Conceição e Manuel Geada oferecem-nos um interessante relato de um episódio da estadia dos franceses em Pedrógão e na região durante a terceira invasão; Gabriel Feitor aborda os movimentos de oposição ao Estado Novo em Alcanena, em 1958; António Mário Santos fixa abundante documentação sobre a agricultura, o comércio e a indústria no concelho de Torres Novas, entre 1851-1877; Cátia Salvado Fonseca explora a sociabilidade da mulher de oitocentos a propósito da família Silva Mendes, da Golegã; Tiago Cubeiro soma mais uma contribuição ao que já foi escrito sobre roda dos expostos de Torres Novas; na secção de arte, Paulo Gregório regressa ao seu trabalho sobre a igreja do Salvador e ao programa de obras do templo, Joaquim Rodrigues Bicho recorda a capela dos Anjos e Franklin Pereira inventaria as cadeiras em couro lavrado do museu, câmara e biblioteca Municipal de Torres Novas; Manuela Poitout revela-nos mais uma interessante visita biográfica, desta vez à obra e ao livro proibido de Júlio de Sousa e Costa, ligado à administração do concelho da Barquinha; João Carlos Lopes escreve sobre Torres Novas no tempo do ié-ié a respeito da fundação dos Kalyfas e dos Gringos; a secção de arque¬ologia integra estudos de Marco Liberato e Helena Santos (relatório de trabalhos arqueológicos na antiga capela dos Anjos de Torres Novas), de João Palla Lizardo (sobre cabeceiras de sepulturas medievais) e de Sandra Lourenço e Gertrudes Zambujo (passado e presenta da arqueologia torre¬jana); finalmente, Luís Miguel Batista fala de D. José Manuel da Câmara, segundo cardeal patriarca de Lisboa, a respeito do tombo oitocentista da sua Quinta do Vale do Seixo, na Atalaia.

Casa cheia na BMGPL para os Andamentos

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O auditório da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes encheu-se por completo no sábado à tarde, dia 29 de novembro, para o 10.º Encontro de Agrupamentos de Câmara Juvenis. Este evento decorreu no âmbito da iniciativa Andamentos, uma parceria entre o Município de Torres Novas e o Conservatório de Música do Choral Phydellius.

 

A sessão, com entrada livre, contou com a atuação do Ensemble Crescendo Phydellius, do Ensemble de Guitarras Phydellius, da Orquestra Phydellius e, a terminar, o convidado especial: a Orquestra Molto Vivace do Conservatório de Música Jaime Chavinha, sob a direção musical de Tiago Alves.

Inaugurado Centro Municipal de Marcha e Corrida

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O Município de Torres Novas inaugurou, no sábado, dia 29 de novembro, o Centro Municipal de Marcha e Corrida, no edifício das Piscinas Municipais Fernando Cunha.

 

Pedro Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, destacou: «Este é um centro de grande importância para potenciar as capacidades das pessoas e um importante equipamento para a promoção da saúde. Faço votos que venha muita gente a este centro e que continuemos a melhorar e a estar atentos a estas atividades.»

 

A cerimónia contou também com a presença de Elvira Sequeira, vereadora que detém o pelouro do desporto e associativismo desportivo, de Pedro Rocha,  representante do Programa Nacional de Marcha e Corrida e ainda da madrinha deste centro, a atleta do Sporting Clube de Portugal, Sandra Teixeira. Após os discursos teve início um breve treino, conduzida por Sandra Teixeira, que deu o aquecimento, seguindo-se depois uma corrida por um dos percursos definidos.

 

Este centro  insere-se no Programa Nacional de Marcha e Corrida e é promovido pelo Instituto do Desporto e Juventude de Portugal, pela Federação Portuguesa de Atletismo e pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Tem como principais objetivos promover e incentivar a prática regular de atividade física da população, combater o sedentarismo, aumentar a oferta no que a possibilidades de prática de atividade física diz respeito.

 

Qualquer cidadão pode aceder a este serviço, desde que se inscreva no Programa Nacional de Marcha e Corrida na receção das Piscinas Municipais Fernando Cunha, beneficiando de acompanhamento técnico na atividade e usufruindo das instalações/balneários das Piscinas Municipais. Este serviço funciona às segundas, quintas e sábados das 10h00 às 11:30 e às quartas das 18:30 às 20:00.

 

Na cidade existem 5 circuitos que vão desde os 750 aos 2500 metros com um grau de dificuldade médio e baixo, e que permitem aos participantes serem acompanhados de técnicos com formação especializada para a prática desportiva.

Cooperação entre Timor-Leste e municípios portugueses

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No dia 25 de novembro decorreu na embaixada de Timor-Leste, em Lisboa, uma reunião entre representantes de municípios do centro e sul do país e o Secretário de Estado da Descentralização Administrativa de Timor, Tomás do Rosário Cabral. A reunião contou com a  presença do presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira.

 

O encontro, que visou a renovação do compromisso conjunto face aos objetivos traçados em 2013, pretendeu estabelecer um plano de atividades para o ano de 2015, contando com uma presença crescente dos municípios portugueses junto dos municípios timorenses.

Lançamento da Nova Augusta nº 26 dia 30 de novembro

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No dia 30 de novembro, domingo, será lançado o mais recente número da revista de cultura do Município de Torres Novas, a Nova Augusta. A sessão terá lugar no Museu Municipal Carlos Reis, a partir das 16 horas.

 

O 26.º número da Nova Augusta assinala de forma especial o 150º aniversário do nascimento de Gustavo Pinto Lopes, fundador da biblioteca e do museu municipais que, como se refere na nota introdutória «anteviu a importância de que se revestia a publicação de obras e estudos de história local e que incentivou, naqueles anos 30 do século passado, a edição de importantes obras de Artur Gonçalves, um gesto decisivo, na sua durabilidade material e imaterial, para a perceção que temos hoje do que é a nossa comunidade concelhia, a nossa identidade histórica e cultural e a missão a que, em prol dela, devemos dar continuidade».

 

A presente edição inclui catorze artigos das seguintes secções: História (Maria da Conceição Geada e Manuel Geada, Gabriel de Oliveira Feitor, António Mário Lopes dos Santos, Cátia Salvado Fonseca e Tiago Cubeiro), História de Arte (Paulo Gregório, Joaquim Rodrigues Bicho e Franklin Pereira), Personalidades e Biografias (Manuela Poitout), Estudos Sociais (João Carlos Lopes), Arqueologia (Marco Liberato e Helena Santos, João Palla Lizardo, Sandra Lourenço e Gertrudes Zambujo) e Fontes (Luís Batista).

 

A terminar, o habitual 2013 em Revista, que enumera alguns dos principais acontecimentos que marcaram o ano no concelho, em áreas tão diversas como cultura, desporto ou sociedade.

 

De recordar que a revista Nova Augusta foi fundada em 1962, tendo nessa altura sido editados apenas dois números. A revista só voltaria a ser publicada em 1981, terminando esta segunda fase em 1984. A partir de 1991 a sua edição foi quase ininterrupta, com apenas um hiato de dois anos. É hoje uma publicação inteiramente vocacionada para os estudos locais, nomeadamente, nas áreas da história, geografia, arqueologia, etnografia e património do concelho de Torres Novas.

Semana da Reflorestação Nacional

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Entre 17 e 23 de novembro decorreu a Semana da Reflorestação Nacional, tendo o Município de Torres Novas disponibilizado pinheiros mansos às escolas do concelho para plantação nos seus recintos e dinamizando atividades de sensibilização para a prevenção dos fogos florestais e para a preservação da floresta com as crianças que frequentam o ensino pré-escolar público.

 

No total foram plantados 16 pinheiros nos centros escolares de Assentis e Chancelaria, Visconde de S. Gião, Meia Via, no jardim de infância de Santa Maria e na Escola Profissional de Torres Novas.

Feiras do livro nas Bibliotecas Escolares da Rede de Bibliotecas

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De 24 de novembro a 5 de dezembro de 2014, as Bibliotecas Escolares da Rede de Bibliotecas de Torres Novas criam nas escolas e bibliotecas um ambiente festivo que reforça a adesão dos alunos às bibliotecas e o desejo de ler mais.

 

De 24 de novembro a 5 de dezembro haverá feira do livro na escola básica 2,3 Manuel de Figueiredo e na escola secundária Maria Lamas.  De 27  de novembro a 5 de dezembro será a vez do centro escolar de Meia Via,  EB 2,3 Chora Barroso e Escola básica e secundária Artur Gonçalves.

 

Do programa fazem também parte encontros com escritores, com a seguinte agenda:

2 de dezembro, às 11h00 e 14h00 | Miguel Neto (A arca de não é: ou o guia dos animais que poderiam ter existido, editora Escritório) | Local: BE do Centro Escolar de S. Gião

2 de dezembro, às 11h00 e 14h00 | Manuela Ribeiro (Uma letra, mil palavras, editora Gato na lua) | Local: BE do Centro Escolar de Meia Via

4 de dezembro | Carla Maia de Almeida (Ainda falta muito? Não quero usar óculos, Onde moram as casas, O gato e a rainha só, editora Caminho) | 10h30 às 11h30 –BE da EB 2,3 Chora Barroso. Alunos do 6º ano; 13h30 às 14h30 –BE da Escola básica e secundária Artur Gonçalves. Alunos do 6º ano; 15h30 às 16h30 – BE da EB 2,3 Manuel de Figueiredo. Alunos do 5º ano.

5 de dezembro | Alice Cardoso (Coleção Alana, editora Nova Gaia) | Local: Manhã – BE do Centro Escolar de Assentis e Chancelaria. Tarde – BE do Centro Escolar de Serra de Aire.

 

Outras iniciativas previstas:

1 de dezembro | Momento cultural e literário pelo Clube de Leitura da ESAG | Local: BE da Escola básica e secundária Artur Gonçalves (abertura à comunidade da feira do livro, com horário alargado)

2 de dezembro | Trapos com histórias. Encontro com a contadora de histórias Saphir Cristal para os alunos do Centro Escolar de Riachos | Local: BE da EB 2,3 Chora Barroso

2 de dezembro | 14h | Atividade de promoção de leitura, A grande fábrica de palavras para alunos do 1º ciclo da EB 1 de Santa Maria | Local: BE da Escola básica e secundária Artur Gonçalves

5 de dezembro, às 18h00 | Lançamento do livro O museu de imagens na imprensa do romantismo, de António Manuel Ribeiro | Local: BE da EB 2,3 Chora Barroso Riachos (abertura à comunidade da feira do livro, com horário alargado)

6 de dezembro, sábado, a partir das 14h00 | Abertura à comunidade da feira do livro | Local: BE do Centro Escolar de Meia Via

 

Ao longo da feira: projeto Newton gostava de ler: as palavras também têm pH | Local: Escola secundária Maria Lamas, para alunos do 8º ano.

Apresentação de livros de Hugo Santos, sábado, na BMGPL

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O escritor Hugo Santos irá apresentar dois dos seus livros no próximo sábado, dia 22 de novembro, pelas 16 horas, no auditório da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes. O romance O Caçador de Olhos Abertos será apresentado por Fernando Dacosta e o livro de poesia A arte das nostalgias será apresentado por Eduardo Bento.

 

Sobre O Caçador de Olhos Abertos, Fernando Dacosta escreveu: «Um dos melhores estilistas da atual literatura portuguesa, Hugo Santos, grande romancista e poeta, apresenta-nos agora “O Caçador de Olhos Abertos”, fascinante narrativa enraizada no Alentejo, de onde ele é natural. Transfigurada pela magia da escrita, a obra - que Urbano Tavares Rodrigues, ao lê-la em pré-publicação, apelidou de genial – dilata o tempo e o espaço, os sentimentos e as pulsões dos que a habitam (personagens) e dos que a comungam (leitores) como poucas o conseguem na nossa melhor ficção. Com invulgar maestria, Hugo Santos viaja num imaginário de envolventes melancolias, como noutros notáveis romances seus, sempre ancorado em (in)contida ternura pela terra e pela gente, e pela fosforescência a que pertence – que acrescenta, acrescentando-se, acrescentando-nos.»

 

Hugo Santos nasceu em Campo Maior e toda a sua obra nos fala da vasta e silenciosa beleza do Alentejo raiano. Poeta, romancista e contista, tem mais de quarenta livros publicados e foi distinguido com múltiplos prémios literários dos quais são de destacar, na poesia, Corpo Atlântico, Prémio Antero de Quental, Decálogos do Bom Amor, Prémio Cesário Verde, e na prosa, os romances A Mulher de Neruda e As Mulheres que Amaram Juan Tenório que lhe valeram, respetivamente, o Grande Prémio de Albufeira e o Prémio Miguel Torga. O muito contacto que teve com crianças (exerceu as funções de professor até há bem pouco tempo) e a imensa ternura que sempre lhes devotou, levou-o também a escrever um belíssimo livro para elas, já incluído no Plano Nacional de Leitura, intitulado Eu, a Casa, os Bichos e Outras Coisas (Vega, 2008).

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